terça-feira, 30 de junho de 2009

Work

Mais um trabalho finalizado, com correria e valores negociados. Agora, de volta aos trilhos pra produção normal.

Tem coisas bem legais vindo aí. Pena que é mais do que meu tempo e meu mojo conseguem dar conta...

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Mil Casmurros ganha Cannes!

Essa eu vi no Blog do Tas!

""Mil Casmurros", belíssimo projeto de web, uma leitura coletiva da obra de Machado de Assis, criado para o lançamento da minissérie da Globo, ganhou o primeiro Leão brasileiro no Festival de Publicidade em Cannes este ano."

Eu fico feliz. "Capitu" foi a coisa mais bonita que eu já vi na TV em muuuito tempo. Mal posso esperar para sair em DVD.

One Thousand Casmurros from Livead on Vimeo.

Carta Aberta em Defesa dos Quadrinhos nas Escolas

O grande Paulo Ramos, do Blog dos Quadrinhos, publicou uma carta aberta acerca dos últimso acontecimentos envolvendo HQs e as Escolas.

Você pode ler nesse link, e aproveitar para assinar a carta também, nos comentários da postagem. Eu já assinei. Muitos outros já assinaram, entre elesl eitores, fãz, artistas, escritores, arquitetos, técnicos e por aí vai.

É um jeito inteligente, liderado por um cara que sabe do que fala, de mostrar nossa opinião sobre esse assunto.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Dance!

Estava eu hoje à tarde, rascunhando enquanto ouvia boa música. Comecei um novo sketchbook há pouco tempo. Escolhi dessa vez o caderno que meu aluno e amigo Murilo Braga montou e me deu de presente.

O anterior, vindo diretamente de San Diego, durou cerca de 6 meses, o que é muito tempo. Acho que nunca fiquei tanto tempo com um cadernode desenho. Faz você pensar várias vezes os mesmo trabalhos, e talvez, a quantidade de espaço maior (mais páginas) proporciona mais experimentações.

Nas páginas texturizadas e amareladas do novo caderno, nem todos materiais caem bem, então às vezes colo papéis diferentes, rasgados ou não, por cima para dar uma leitura diferente.




Aí tocou Enjoy The Silence, do Depeche Mode e deu vontade de desenhar. Aí saiu esse aí. 8- D

The King is Dead

Long Live The King!


Hoje, no meio da aula na Pandora, o Caio foi ler alguma coisa na net e viu a notpicia que nos deixou perplexos. O Rei do Pop, Michael Jackson, tinha morrido! Fiquei sem saber o que dizer.

Todos os alunos também comentaram, e acabamos relembrando outras grandes figuras que chocaram ao partirem deste mundo. Bom, Michael foi-se deixando um vácuo bizarro. Certo que há anos ele não é a força criativa que revolucionou a música do século XX. Mas bom, ainda era o Michael.

Deixo aqui essa caricatura feitra hoje mesmo, pra homenagear o Rei.


Deixo também, essa ilustra que criei um tempo atrás, e que em breve pode ter bons destinos.


E, por último, esse vídeo animal de um francês maluco que gravou Thriller em 64 canais de áudio, simulando TODOS os sons só com a voz... Fantástico.

Who's bad??

terça-feira, 23 de junho de 2009

Patre Primordium liberado em scan!


A minha amiga e roteirista, parceirona de Quarto Mundo, Ana Recalde, junto com o artista Fred Hildebrand lançaram o primeiro número de Patre Primordium.

O mais interessante, e que promete gerar algumas polêmicas, é que ela foi lançada em scan!

Eu não devo ter falado muito em scans aqui, mas vários blogs e sites disponibilizam HQs inteiras, inclusive coisas que nunca foram publicadas no Brasil, totalmente traduzidos e letreiradas. É um tipode pirataria, pois o autor não recebe nada, nem a editora, nem ninguém.

Mas disponibiliza HQ para muita gente.

E a Ana e o Fred, liberando uma HQ independente em scan, jogam uma nova carta no jogo. E aí, será que a onda pega?

Desejo toda a sorte pros dois, e quero muito tirar um tempo praler a HQ!!!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

"Tal coisa em estilo mangá" faz outra vítima!

Meu amigão, colega professor e ilustrador de mão cheia, Caio Yo, postou em seu blog um texto/desabafo sobre essa moda nova de "tal coisa" em estilo mangá.

Coloco aqui o link do blog dele, para que vocês possam ler. Mesmo podendo não curtir mangá, leiam para entender a opinião de quem entende disso...
Primeira parte e segunda parte...

Agora, de novo entrando no Blog do Paulo Ramos, e eu acho isso...



...Aaaah, tenha a santa paciência! (eu não sou Corinthiano, respeito muito o time, e acho animal quando o Ronaldo joga bem, mas mangá do Corinthias é f***... E o desenho é fraco.)


(pode parecer que eu estou bem mal-humorado, mas não)

Eisner é demais pra vocês mesmo.

Agora um momento desabafo:

Agora é moda querer barrar quadrinhos de escolas. Acabei de dar uma olhadinha no Blog dos Quadrinhos e vi de cara duas notícias sobre políticos que querem tirar obras do Tio Eisner de escolas.

Já falei várias vezes que Eisner é ótimo mas não é pra crianças de escola. Muito menos de ensino fundamental.

Que saco isso. Primeiro comprar as graphic novels como atitude de levar mais cultura e variedade para as crianças e adolescentes, sem nem saber doque se tratam as histórias; e depois criar polêmicas imbecis dizendo asneiras sobre a obra em si.

Bom, talvez a coisa não tenha sido tão grave assim, mas me incomoda muito essa coisa de comprar, distribuir e depois ficar de nhem-nhem-nhém...

Aprendam a selecionar direito e respeitem os quadrinhos.

Mamnifesto Quartomundista 2.0!

O Cadu Simões postou agora uma versão atualizada do manifesto quartomundista, e eu os convido a ler e pensar sobre, pois afinal eu também sou um quartomundista, com orgulho!

Manifesto Quartomundista 2.0

Quarto Mundo no FIQ

O Quarto Mundo está prestes a completar dois anos de atividade e várias coisas mudaram nesse tempo, tanto no mercado de quadrinhos brasileiros quanto no nosso próprio coletivo. Por isso, convém fazer uma releitura do Manifesto Quartomundista, que apesar de não ser um manifesto no sentido exato do termo, foi escrito com intuito de mostrar qual era a situação do mercado de quadrinhos em 2007 e o porquê da criação do nosso coletivo, assim como a que se propõe.

No entanto, o que não mudou é que ainda hoje é difícil definir o Quarto Mundo numa única palavra, sendo mais fácil defini-lo pelo o que ele não é: o Quarto Mundo não é uma editora, não é uma cooperativa, não é um selo de quadrinhos e não é uma distribuidora, ainda que exerça ações e que tenha características de cada um deles.

O objetivo principal do Quarto Mundo é viabilizar a existência de um mercado de quadrinhos independente-alternativo que sirva de base de sustentação para o mercado principal-mainstream das editoras. Se isso ocorre, esse mercado pode ser (re)alimentado com inovações técnicas e artísticas (que acontecem com maior intensidade no ambiente de experimentações das publicações independentes) e, principalmente, com novos quadrinistas que darão prosseguimento a produção. Dessa forma, o mercado dos quadrinhos se torna forte e contínuo, e não vive de ondas temporárias que se quebram, como até então acontecia.

Para cumprir esse objetivo, o Quarto Mundo está apoiado em um tripé tanto teórico, quanto prático.

O primeiro deles refere-se ao próprio funcionamento do mercado cultural hoje em dia que está apoiado na teoria econômica da Cauda Longa. O termo Cauda Longa foi criado em 2004 por Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, e se popularizou através de um livro que ele escreveu intitulado The Long Tail. Em seu livro, Anderson analisa as alterações no mercado econômico, sobretudo na indústria cultural, em que ocorre um fenômeno de migração da cultura de massa para a cultura de nichos devido a convergência digital e da Internet, o que implica em um novo padrão de comportamento por parte dos consumidores.

O primeiro ramo da indústria cultural a sentir o impacto da Cauda Longa foi o da música, mas que já afeta, em maior ou menor grau, outros segmentos como os quadrinhos. Dentro do cenário dessa nova economia, fenômenos de venda como os X-Men do Jim Lee ou a Chiclete com Banana (para citarmos um exemplo nacional) serão bem mais raros. Cada vez mais deixaremos de ter esses grandes “hits” de vendas, assim como teremos uma queda nas tiragens ao mesmo tempo em que haverá um crescimento no número de títulos.

Dentro da Cauda Longa, o custo de manutenção de um produto muito procurado é igual ao custo de manutenção de um produto procurado apenas por um número mínimo de consumidores, então nichos que antes eram ignorados pelas grandes editoras passam agora a ter grande valor econômico para as pequenas editoras e os autores independentes.

Quarto Mundo na Festcomix

Então o que mais interessa para o Quarto Mundo na Cauda Longa é que em um mercado de nicho, o que importa não é a quantidade, mas sim a variedade. Ou seja, mais vale termos 100 revistas com tiragem de mil exemplares do que uma única revista com tiragem de 100 mil. Tendo uma ampla variedade de títulos, nos mais diversos estilos e gêneros, as chances de um leitor se interessar por pelo menos um deles são bem maiores, pois você consegue atender a todo tipo de gosto.

Como as tiragens de nossas revistas são pequenas não há como ganharmos na economia de escala, mas aplicando o modelo da Cauda Longa podemos potencializar os nossos ganhos com a economia de escopo. E isso é feito sobretudo através do sistema de distribuição do nosso coletivo, como foi mais detalhadamente explicado neste post, e também através das vendas em eventos, feiras, shows, e pela própria Internet.

O segundo pilar no qual o Quarto Mundo está assentado é o que se convencionou chamar de Lei de Sturgeon. Essa lei diz que em uma produção cultural, 90% do que for produzido será medíocre, e apenas 10% será realmente genial. A Lei de Sturgeon, apesar de se tratar de um pensamento hiperbólico, pode ser aplicada a qualquer mercado cultural, o que inclui os quadrinhos. Em geral, o que chega ao Brasil é apenas a nata da produção mundial, então não percebemos a quantidade de títulos insignificantes que todo e qualquer mercado de quadrinhos estrangeiro (norte-americano, o europeu, o japonês, etc) possui. E não é diferente com o mercado de quadrinhos brasileiro.

O problema é que o leitor brasileiro também só percebe a nata da produção mundial, e quando olha para as tentativas de produções brasileiras, querem que essas produções já tenham logo de cara a genialidade que encontram nessas produções mundiais. Mas essas produções só chegaram a esse patamar porque foram forçadas a superar os 90% de seu próprio mercado. É quase que um darwinismo aplicado aos quadrinhos.

Sendo assim, a única forma de termos uma boa quantidade de títulos brasileiros nesses 10% de produção genial é tendo antes uma quantidade maior ainda de títulos nos 90%. Por isso, quanto mais quadrinistas se aventurarem a publicar de forma independente, melhor. Quanto mais quadrinistas publicando tivermos, mais acirrada será a “competição”, elevando o nível de qualidade da nossa produção.

Quarto Mundo na Feira da Vila Madalena

Contudo, não devemos ser ingênuos, pois muitas das revistas publicadas atualmente não conseguirão sobreviver (o que não impede seus editores de tentarem de novo, com outras propostas e abordagem), mas as que sobreviverem, terão um nível de qualidade altíssimo.

No entanto para que isso aconteça é preciso antes de tudo que a revista encontre seu leitor. Muitas revistas em quadrinhos morrem prematuramente porque não conseguem chegar ao mínimo de leitores que poderiam atingir para sobreviverem e não porque são tecnicamente ou artisticamente ruins. Uma das atuações do Quarto Mundo é justamente não permitir que uma revista em quadrinhos independente morra por “infanticídio”. É preciso fazer com que ela encontre o seu público mínimo (o que o Kevin Kelly chama de os 1000 Fãs Verdadeiros) para ter tempo de crescer, amadurecer e assim se tornar competitiva se quiser futuramente atingir o seu potencial máximo de leitores.

De nada adianta, pro exemplo, tentar vender uma revista em quadrinhos de romance para um público de super-heróis, assim como será inútil tentar vender uma revista de super-heróis para um público que curte romance. Uma revista em quadrinhos só ganhará maturidade se tiver o feedback de seu próprio público leitor.

A proposta do Quarto Mundo é ajudar a encontrar os modos e os canais de venda corretos para cada tipo de HQ, onde ela possa descobrir o seu devido público leitor. Assim, se uma revista em quadrinhos conseguir chegar ao seu público e mesmo assim não tiver uma boa aceitação, saberemos de fato que é porque tal revista não possuí qualidades técnicas e artísticas suficientes para sobreviver dentro de sua própria proposta editorial, e não porque foi morta prematuramente sem sequer atingir seus potenciais leitores.

Quarto Mundo - Confiança e CompanheirismoPor fim, o terceiro e último pilar do Quarto Mundo refere-se à organização do coletivo. Como já explicado, foi criado um Conselho Administrativo e também Núcleos de Atuação para melhor organizar as atividades do Quarto Mundo. No entanto, o nosso coletivo continua prezando por uma organização de colaboração livre e aberta entre seus integrantes.

Então, dentro desse modelo de organização, cada quadrinistas no Quarto Mundo é como se fosse uma célula de um organismo maior, que é o próprio coletivo. Como uma célula, cada um sabe a sua função para manter esse organismo vivo. Algumas células podem ter maiores atribuições do que outras, mas não há relação de superioridade ou inferioridade entre elas. E mais do que tudo, é preciso que haja confiança e companheirismo entre os membros do Quarto Mundo para que o coletivo possa continuar atuando cada vez melhor.

Para concluir, é com base nesses três pilares apresentados que o Quarto Mundo se propõe a ajudar os quadrinistas independentes a publicarem, distribuírem, divulgarem e venderem os seus quadrinhos. Para que assim, quem sabe um dia, possamos ter de fato um mercado de quadrinhos nacional grande, forte e contínuo, contendo uma variedade de HQs que antendam a todos os tipos de leitores e seus gostos. E nesses quase dois anos de existência do Quarto Mundo já pudemos perceber que estamos no caminho certo.

Quarto Mundo recebendo o Troféu HQMix

Como funciona: relação cliente-fornecedor.

Relação de Cliente - Ilustrador tornada simples...



Pego do Facebook do Edu Mendes, que pegou do blog do Hiro!
Pois é, muitas vezes é assim que funciona...

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Workspace

Depois da grande crise dos computadores aqui no estúdio, finalmente meu ambiente de trabalho se estabilizou. Por enquanto, ainda preciso resolver o problema do scanner, mas o resto está muito bem.



Tirando a caixa embaixo do monitor, até que ta bem legal de trabalhar ehehehe... Ah, e de bonus algumas coisas na telça de trabalhos atuais, que eu falo em breve.

Mais polêmicas, pra variar...

Fiquei um tempo sem saber se postava essas coisas ou não, mas acho que tem tudo a ver com meu trabalho, com minha ideologia e com o blog em si. Então segue aí uma batelada de coisas que geraram polêmicas nesses últimos dias...


1. Diploma de Jornalista: Ninguém precisa mais.
Calma, na verdade é assim: Segue notícia da UOL.
Por 8 votos a 1, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram na sessão desta quarta-feira (17) que o diploma de jornalismo não é obrigatório para exercer a profissão.

Votaram contra a exigência do diploma o relator Gilmar Mendes e os ministros Carmem Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso de Mello. Marco Aurélio defendeu a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão. Os ministros Joaquim Barbosa e Carlos Alberto Menezes Direito não estavam presentes na sessão.

Para o relator, danos a terceiros não são inerentes à profissão de jornalista e não poderiam ser evitados com um diploma. Mendes acrescentou que as notícias inverídicas são grave desvio da conduta e problemas éticos que não encontram solução na formação em curso superior do profissional. Mendes lembrou que o decreto-lei 972/69, que regulamenta a profissão, foi instituído no regime militar e tinha clara finalidade de afastar do jornalismo intelectuais contrários ao regime.

Sobre a situação dos atuais cursos superiores, o relator afirmou que a não obrigatoriedade do diploma não significa automaticamente o fechamento dos cursos. Segundo Mendes, a formação em jornalismo é importante para o preparo técnico dos profissionais e deve continuar nos moldes de cursos como o de culinária, moda ou costura, nos quais o diploma não é requisito básico para o exercício da profissão.

Mendes disse ainda que as próprias empresas de comunicação devem determinar os critérios de contratação. "Nada impede que elas peçam o diploma em curso superior de jornalismo", ressaltou. Leia aqui a íntegra do voto.

Seguindo voto do relator, o ministro Ricardo Lewandowski enfatizou o caráter de censura da regulamentação. Para ele, o diploma era um "resquício do regime de exceção", que tinha a intenção de controlar as informações veiculadas pelos meios de comunicação, afastando das redações os políticos e intelectuais contrários ao regime militar.

Veja a matéria toda aqui.

Olha, eu nunca gostei de Regime Militar, odeio censura, mas acho que Jornalismo é uma profissão séria demais pra não se exigir diploma. Claro que certas pessoas que trabalham no meio realmente não precisariam ser jornalistas formados para poder exercer suas funções. Mas o jornalista em si, esse precisa, claro.

Não é porque qualquer Domingas da Malhação pode ter um blog e bancar jornalista que essa pessoa É, de fato, um jornalista. Precisa de formação, de estudo, de muito mais.

Assim como um Artista Plástico sem curso superior é uma coisa, com curso é outra. Funciona assim em qualquer área.

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2. Comentário infeliz num jornal e repercussões...
Retirado do Blog dos Quadrinhos:

A SIB - Sociedade dos Ilustradores do Brasil - emitiu hoje à tarde uma carta em resposta a uma nota curta publicada na coluna "Gente Boa", do caderno de cultura de "O Globo".

A nota, intitulada "Ilustradores, unidos", registra que os ilustradores pretendem dividir os direitos autorais de obras - entre elas as infantis - com os autores. Segue o texto:

As editoras de livros enfrentam um novo problema: os ilustradores, principalmente os de livros infantis, querem rachar o direito autoral com os escritores.

Não aceitam mais um xis pelo trabalho. Pedem um percentual nas vendas, de olho na força do setor e nos grandes lotes comprados pelo governo.

***

A SIB defende que não quer dividir os direitos autorais com o autor. Mas reivindica uma participação maior no pagamento feito pelas editoras, em particular nas vendas ao governo.

Leia a íntegra da carta de resposta da entidade:

Muito oportuna a nota "ilustradores, unidos”, publicada na edição de hoje. Gostaríamos de esclarecer que a questão dos direitos autorais dos ilustradores é antiga, e vem ganhando força nos últimos anos por conta de uma postura mais consciente dos profissionais, e do próprio amadurecimento do mercado.

A co-autoria de um ilustrador de livro infantil é inegável. Muito mais do que um mero suporte ao texto, as imagens exercem encantamento, definem a identidade do título e possuem enorme poder de decisão na hora da compra. E, como co-autores, nada mais justo que participar dos benefícios obtidos com as vendas.

E, importante salientar, nunca foi proposto rachar o direito autoral com os escritores, e sim com a editora. lustradores e escritores, ambos autores, têm sido parceiros produtivos à literatura infantil e juvenil brasileira.

Não se pretende aqui entrar na justa fatia que o escritor do livro recebe, mas sim em uma nova conta com as editoras – que, apesar de terem no governo brasileiro o maior comprador de livros do planeta, ainda insistem na imposição de contratos leoninos aos seus colaboradores, sejam ilustradores ou artistas gráficos.

A Sociedade dos Ilustradores do Brasil, com duas centenas de associados em todo o território nacional, trabalha pela excelência na prática profissional e entende que os ilustradores não são meros prestadores de serviços, mas parceiros da editora na produção de obras infantis.

Neste momento de mudanças no perfil do mercado é onde se pode concluir esta discussão com benefícios para todas as partes, principalmente para o leitor.

***

Assinam a carta nove integrantes do conselho gestor da entidade: Cecilia Esteves, Orlando Pedroso, Jinnie Pak, Chicão Monteiro, Marcelo Martinez, Daniel Bueno, Mauricio Negro, Rodrigo Rosa e Rogério Soud.

"Tem um novo mercado surgindo. A questão é discutir qual a participação do ilustrador nesse mercado", diz Orlando Pedroso, por telefone.

No entender dele e da SIB, é necessário abrir um canal de discussão com as editoras para definir como o desenhista pode se enquadrar, como autor, co-autor ou partícipe dos lucros.

Muitas obras infantis e de cunho didático têm sido incluídas em listas dos governos federal e estadual. Nos últimos anos, a presença de elementos visuais nessas obras tem aumentado significativamente.

***

A questão é atual e pertinente: ilustrador de um livro - em particular o de obras infantis - pode ser considerado co-autor?


Opinião do Montalvo, um dos maiores do país:

"Tá errado, tá tudo errado.
Será que os ilustradores ficaram loucos?
A gente não quer "rachar" nada com os escritores, eles não são nossos pagadores, e devem ganhar o mesmo que sempre ganharam.
O NOSSO direito autoral deve vir dos outros 90% do bolo, DIRETAMENTE DA EDITORA, e não do bolso de nossos parceiros, os escritores.
Mas as editoras, espertamente, querem nos tornar inimigos dos escritores, aplicando a velha máxima "dividir para conquistar".
Eu não quero dinheiro de um colega de trabalho como eu. Exijo receber estes valores da editora, a minha contratante."

Eu concordo com a SIB, ponto final. É minha profissão, e por mais que muita gente ache que não, ela é de suma importância para o funcionamento do mercado editorial e publicitário.

Não tem nada a ver com abocanhar grandes dinheiros, mas de ter o que é merecido, por direito autoral, por qualquer direito. O escritor tem tantos direitos por ser autor, o ilustrador tem os mesmos por ser oautor das ilustrações.

É um mercado estranho, sem sindicato, sem registro, sem essas coisas de "emprego de verdade", mas é um mervcado que existe e merecia ser melhor visto e entendido pelos governantes e editores.


Qualquer coisa, é sempre bom reler o Guia do Ilustrador e ficar por dentro de como tudo funciona.

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3. Mais uma grande obra de quadrinhos atacada por estar nas escolas...

Do Omelete:

A graphic novel Um Contrato com Deus e Outras Histórias de Cortiço, de Will Eisner, é o motivo de mais uma rodada de críticas a bibliotecas e ao governo. Educadores de São Paulo e Paraná pediram que a obra, distribuída pelo Ministério da Educação a escolas públicas, fosse retirada das bibliotecas.

O motivo: Um Contrato com Deus mostra cenas de violência e sexo (sexo adúltero, como sublinham alguns), incluindo estupro e sugestão de pedofilia. Segundo os educadores, o livro está em escolas com alunos de quinta série, com média de idade de 11 anos - e o conteúdo seria impróprio para a faixa etária.


A polêmica chegou inclusive a blogs religiosos, que já tratam a obra como coisa do demônio. "Infelizmente, por ser PASSIVA (não confundir com pacífica), a sociedade brasileira tem deixado o Poder das Trevas colocar em execução tudo o que foi planejado nas profundezas do inferno e simplesmente, diante de tudo isto, tem dormitado em berços esplêndidos", diz o blog Holofote.

Vale lembrar que a polêmica vem na sequência do caso com a antologia Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol e repete quase perfeitamente casos já registrados nos EUA. Além disso, é um reflexo da maior entrada dos quadrinhos nas bibliotecas públicas, como política do Programa Nacional Biblioteca na Escola do Ministério da Educação.

Um Contrato com Deus é considerada um marco na história dos quadrinhos maduros e também na carreira de Eisner, que resolveu na época investir em quadrinhos para o público adulto. Lançada originalmente em 1978, foi uma das HQs que gerou o termo "graphic novel" ("romance gráfico") no mercado e na imprensa dos EUA para destacar o novo requinte das narrativas sequenciais.

Já existe versão do clássico até para iPhone.


Matéria original aqui.


No Universo HQ:

Nesta terça-feira, 2 de junho, o programa SP TV, da Rede Globo, apresentou uma matéria sobre o livro Um Contrato com Deus, de Will Eisner, publicado pela Devir.

De acordo com a matéria, o livro contém ilustrações de pedofilia, brigas familiares, violência, etc.

O foco foi informar que o álbum não é adequado para crianças, mesmo estando presente em diversas bibliotecas escolares, sendo necessário orientação para os leitores da obra conforme sua faixa etária.

A reportagem fez questão de deixar claro que Eisner é um dos nomes mais importantes dos quadrinhos, que o ponto em questão é que álbum não é para crianças e não deveria ter sido adotado pelo programa do governo para a faixa etária em questão - ou seja, uma mudança na abordagem em relação aos problemas ocorridos com 10 na área, um na banheira e ninguém no gol.

Enfim: a polêmica continua, mas, ao menos, o foco parece ser outro - méritos, quem sabe, da imprensa especializada em quadrinhos e de todos que conhecem o gênero e o defenderam frente aos acontecimentos recentes.

Original aqui.


Bom, eu posso falar que Um Contrto com Deus é uma das obras mais bonitas do Tio Eisner. O velho mestre geralmente acerta a mão, sua narrativa é linda, seu texto é tocante.
Obviamente, assim como o Dez Na Área, não é pra crianças.

Eisner foi o cara que começou com as Graphic Novels. Ele é o pai dos quadrinhos adultos. Suas obras, no geral, não são para crianças e ponto final.

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Hmm bom, é isso!
MNuita coisa. Teria mais pra falar, mas vamos acompnhando por aí os desenrolares dos fatos. Não confiem em tudo de lêem. Procurem fontes que entendem do que falam!

Té mais!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Grandes Descobertas - Exposição da Pandora!

Exposição homenageia Grandes Descobertas

Com 80 trabalhos e participação de Dalcio Machado, mostra da Pandora Escola de Desenho será aberta no dia 27 de junho na Estação Guanabara

Da roda ao celular, da revelação da arte à confirmação que a Terra não é o centro do universo, descobertas não faltam na história da humanidade, até porque muitas ainda estão porvir. Para homenagear as grandes descobertas e relembrar o quadricentenário de uma das maiores delas - há 400 anos, Galileo Galilei confirmou que a Terra girava em torno do sol e não o contrário – e o aniversário de 150 anos de outra (a Teoria da evolução de Charles Darwin), a Pandora Escola de Desenho promove a partir de 27 de junho uma mostra com mais de 80 trabalhos tendo como tema “As grandes descobertas”, na Estação Guanabara.

Com entrada gratuita, a mostra terá trabalhos de ilustração, caricaturas e charges de alunos, professores e convidados da Pandora. Entre eles, o premiado chargista Dalcio Machado, que publica seu trabalho diariamente nas páginas do Correio Popular, além de contribuir com órgãos da mídia de todo o país, entre os quais a revista Veja e a Rede Globo.

“A participação de Dalcio como convidado especial nos alegrou muito, porque enriquece ainda mais a mostra. É importante notar que os trabalhos tem as mais diferentes técnicas – como grafite, aquarela, lápis-de-cor e tinta acrílica - e estilos variados, que evidenciam a linguagem de cada artista. Além disso, deixamos o tema abrangente: os artistas puderam homenagear tanto descobertas existentes como outras que gostariam que já tivessem sido feitas, como a cura de doenças hoje consideradas incuráveis”, conta Ricardo Quintana, curador e ele mesmo participante da mostra.

“Tem desenhos sobre a descoberta do DNA, a invenção da roda, ônibus espacial e por ai vai. O meu, por exemplo é sobre a descoberta da arte: é uma pintura rupestre feita com os dedos, usando uma tinta caseira”, completa. A exposição terá abertura só para convidados às 20 horas do dia 26 de junho, na Estação Guanabara, com um pocket show musical e uma palestra sobre astronomia. A abertura para o público será às 10 horas, no dia 27 de junho à 5 de julho.

A Pandora promove há 11 anos no mínimo duas exposições anuais em Campinas, com trabalhos de alunos, professores e convidados. “Elas vêm ganhando notoriedade ano a ano, com público fiel e crescente e grande cobertura da mídia regional, então podemos afirmar que já fazem parte da programação cultural dos campineiros”, orgulha-se Quintana.

Exposição Grandes Descobertas

Inicio: 27 de junho

horário: das 10:00 as 20:00

Local: Estação Guanabara - Rua Mario Siqueira, s/n - Jardim Guanabar (19) 3233-7801

Término: 5 de Julho

Gratuita e aberta a toda a Comunidade.

Para maiores informações, liguem (19) 3305 4731.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

NANQUIM DESCARTÁVEL no Site do Quarto Mundo

Recado do Daniel Esteves, grande roteirista, meninão e parceiro de crimes quadrinísticos:

"A primeira edição da revista Nanquim Descartável começou a ser

disponibilizada online no site do Quarto Mundo no último dia 11 de junho.

A cada dia uma nova página da revista é publicada - a começar pela capa –

num total de 27 páginas.

O link do dia 11 de junho, que contêm a capa é o seguinte:

http://4mundo.com/2009/06/nanquim-descartavel-01-capa/

A partir daí é só ler até o dia atual. Depois basta entrar todos os dias

pra acompanhar página a página: www.4mundo.com

Nanquim Descartável # 01 foi criada e roteirizada por mim, com desenhos

dos parceiros: Wanderson de Souza, Wagner de Souza, Alex Rodrigues, Júlio

Brilha, Mário Mancuso e Carlos Eduardo. Além de uma pin-up de Bira Dantas.

A revista foi publicada em 2007 e indicada ao HQMIX ano passado em

categoria de revista independente, além de ter me valido indicação para o prêmio

de melhor roteirista, também ano passado. Atualmente tem sua segunda edição

impressa e a terceira em produção.

Confiram!

Grande abraço,

daniel esteves"



Eu participei da Nanquim Descartável #2 em 2008, e agora preparo um capítulo da Nanquim #3, a ser lançada ainda em 2009! Fiquem de olho!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Toscomics!


A minha admirada e querida Samanta Floor lançou uma HQ com suas minicomics, a antológica Toscomics!
Eu adoro o trabalho da Sam, e faço questão de visitar o blog dela pelo menos umas três vezes por semana. Mesmo quando diz que o desenho está "tosco", na verdade ele está sublime, diverttidíssimo e elegante como só ela consegue fazer.
Aos interessados em adquirir o “Toscomics”, basta mandar um email para samantafloor@yahoo.com.br com o título “minicomic“. E se você ainda não teve o prazer de conhecer os trabalhos da Samanta (ma como? seu herege!), vale a pena acessar aqui.


sábado, 13 de junho de 2009

Lançamento EntreQuadros


Repassando o convite para o lançamento de EntreQuadros, primeiro trabalho independente do meu amigão e xará, Mário César, no dia 19 de junho, na Livraria HQ Mix (Praça Roosevelt, 142, Centro, São Paulo-SP). Compareçam!

Para conhecer maiso trabalho do Mário, visite o site!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Quadrinhos na Mídia

Retirei esse texto do blog da Pandora, postado originalmente pelo meu amigo Caio Yo. Vale a pena ler e pensar...


Quadrinhos na Mídia

8 de Junho de 2009 @ 15:53 por Caio Yo

Tudo que é polêmico e escandaloso é reprisado e reprisado e reprisado mais uma vez. Não podia ser diferente, no atual problema enfrentado por artistas dos quadrinhos e pela editora Via Lettera no caso de “Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol”. O livro foi comprado pelo Governo do Estado de São Paulo e distribuído a estudantes da terceira série. O governador José Serra assumiu a culpa, num primeiro momento. Ao vivo, no telejornal da Rede Globo, o “SPTV”, o disse que tudo na obra era “de muito mau gosto, um horror”. governador José Serra classificou a obra de muito mau gosto, um horror. Os apresentadores do jornal botaram ainda mais lenha na fogueira, se mostrando chocados com o fato.

O problema é o que a mídia insistiu em fazer, depois do acontecido: ao invés de culpar o governo do Estado pela péssima idéia de distribuir um quadrinho feito para o público adulto para crianças do ensino fundamental, insistiram em pôr em dúvida a qualidade dos desenhos e do conteúdo. O livro “Dez na Área” conta com a participação de ícones talentosos do quadrinho nacional, e não foi criado visando o público infanto-juvenil. A má distribuição deveria ser o único problema em questão.

Ainda que, depois de baixada a poeira, algo de interessante possa ser retirado da situação - como a volta dos quadrinhos para o foco da mídia e o considerável aumento das vendas do livro da editora Via Lettera -, nem tudo é positivo…




A matéria acima pertence também ao “SPTV”, o mesmo telejornal culpado pela condenação brutal do conteúdo do “Dez na Área” resolveu colocar em pauta o mesmíssimo problema - mas agora o foco era uma obra de ninguém menos do que o mestre Will Eisner. Ainda que tenham, no final da matéria, uma pequena nota dizendo que o problema em questão não era a qualidade da obra e sim o público que deveria lê-la, o mal já estava feito. Como disse Paulo Ramos - autor de “A Literatura dos Quadrinhos” - em seu blog - de onde esse post foi inspirado -, ‘valia a matéria’?

Disse Paulo Ramos, no seu blog:
“É de uma obviedade absurda dizer que uma obra direcionada a adolescentes e adultos esteja numa biblioteca. Mesmo sendo um espaço frequentado por crianças.
O óbvio é que isso ocorre em qualquer biblioteca escolar. Há livros para diferentes públicos. Inclusive o infantil. Cabe a uma bibliotecária controlar o acervo e o empréstimo. O alarde da diretora evidencia um claro despreparo dela. Essa, talvez, seria a matéria.

Mais um fato poria a pauta à prova: o ministério da Educação está correto. A obra foi selecionada para o ensino médio, de modo a compor bibliotecas escolares. A lista do PNBE inclui para o mesmo público outras duas obras de Eisner - “O Sonhador” e “A Força da Vida” - e duas nacionais - “Domínio Público - Literatura em Quadrinhos” e “O Alienista”, vencedora de um Prêmio Jabuti em 2008.”

terça-feira, 9 de junho de 2009

Ilhado

Pessoal, só aproveitando para avisar:

Durante essa semana estarei meio fora da internet e com mobilidade reduzida.

Estou arrumando o computador, meu carro foi quase roubado e está na oficina, e talvez quinta eu vá viajar, então, não se preocupem se eu não responder scraps, comentários ou e-mails!

E vou guardar a reclamação referente a esses fatos pra depois também, juntando com vários outros temas que merecem ser abordados...

Stay sharp!

Marko Ajdaric vai dominar o mundo!

Oi, pessoal!


Meu amigo e exímio paladino das HQs nacionais e internacionais, o grande Marko Ajdaric, autor do suntuoso Neorama dos Quadrinhos, enviou mais uma prévia de grande evento que ele vai realizar lá no RS (pena que é longe!!):



"Uma instalação que chamamos de 'o primeiro balão dos quadrinhos' vai receber os visitantes da Feira do Livro de Canoas, a partir de 20 de junho (curioso? aguarde, ou visite)


Bem, depois da publicação do comunicado de imprensa oficial (http://www.neorama.com.br/q_frame0rht.html) resolvemos ampliar a presença da Mostra mundial de quadrinhos no evento, que terá, além de nossas atividades, as presenças de Rodrigo Rosa, Carlos Ferreira, Lourenço Mutarelli e Daniel HDR. A nossa vai ficar portanto, de 20 de junho a 4 de julho, na feira. Além disso, vamos exibir 4 filmes ligados a quadrinhos.


Bem, com relação à mostra, em si: trata-se de um conceito único. Nós apresentamos quadrinhos, não representamos quadrinhos. Nos eventos tradicionais, as pessoas vem exposições de página, originais, etc, no programa oficial. Mas partindo de nossa experiência em montar exposições, acreditamos que a melhor sensação é exatamente de ter os VOLUMES, as PUBLICAÇÕES em mãos.


Sao mais de 300 publicações distintas e represenativas do que se faz no mundo, neste milênio. Nas edições locais da mostra, em Caxias do Sul (onde não apresentamos tudo de vez), a experiência se revelou um sucesso (confira http://www.neorama.com.br/fotoscaxias.htm) .


Bem, nós vamos ter, logo na arrancada da feira, dia 20, sábado, de manhã, a presença institucional do Instituto Goethe de Porto Alegre, que levará os eu acervo de obras de HQs, com algumas pérolas da melhor qualidade. Além do Goethe, os visitantes poderão conversar e receber autógrafos das seguintes pessoas:




Ana Luiza Koehler, artista de quadrinhos 'alemães' feitos em Porto Alegre'.http://cabruuum.blogspot.com/2009/05/quadrinhos-alemaes-feitos-em-porto.html


Augusto Paim, o nosso contato com os quadrinhos da Alemanha (presença cada vez mais ampliada), e editor do blog Cabruuumhttp://cabruuum.blogspot.com/


Denilson Reis, um dos mais aguerridos fanzineiros do RShttp://www.bigorna.net/index.php?secao=biografias&id=1182138625


Gervásio Santana de Freitas, que dirige o portal TexBR, que muito nos ajudou na montagem da Mostra Trinacional da Nona Arte .http://texwiller.blog.com/3814021/


Gilmar Fraga, ilustrador e cartunista premiado internacionalmente do jornal Zero Hora, de Porto Alegre. Aliás, é dele a 'arte de divulgação' da nossa mostra Gestalt dos Quadrinhos http://www.nanquimhq.com.br/artigo/gilmar-fraga-zero-hora-aula-jornalismo-quadrinhos


Goida (segundo o registro civil, Hiron Goidanich), 'o mais célebre dos críticos de quadrinhos do Rio Grande do Sul'. Nota: devido a sua atividade no Clube de Cinema de Porto Alegre, ele só irá nos brindar com seu conhecimento à tarde , às 15 horas)http://www.sinprors.org.br/extraclasse/jun04/especial.asp




Leandro Malosi Doro, colunista de artes visuais do Artistas gaúchos, quadrinhista de longa data e que estará mostrando sua revista Meiguinha & Polentinha, em fase final de edição.http://leandromalosidoro.blogspot.com/


Lehgau-Z Qarvalho, inventor das HQs 'perdidas', em Porto Alegrehttp://www.quadrinharte.com/site/news.php?readmore=264


Miguel Castro, autor de 'Jesus em Quadrinhos' e do Piazito e que divulga a nova revista eletrônica Gibix.http://www.jesusemquadrinhos.com.br/jesus.html


Ronaldo Cunha Dias, que consegue ser médico e o mais premiado cartunista do Brasil em salões pelo mundohttp://www.ronaldocartoons.com.br/apresentacao.html


Zambi, ilustrador do jornal Pioneiro, de Caxias do Sul, e criador de Sir Hollandhttp://zambiartesafins.blogspot.com/




Quanto ao que vamos apresentar, resumimos desta maneira. se uma pessoa rodar todos os acervos públicos do Brasil, atualmente, não encontrará tantas obras MODERNAS de qualidade, como teremos num só lugar.


Nações representadas por pelo menos um artista: Alemanha, Argélia, Argentina, Áustria, P.Basco(*), Brasil, Bélgica, Bulgária, Canadá, Catalunha(*), Chile, China, Coréia, Croácia, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, Filipinas, Finlândia, França, Galícia (*), Holanda, Hong-Kong, Ilha da Reunião, Índia, Indonésia, Inglaterra, Israel, Japão, Macedônia, México, Moçambique, Montenegro, Noruega, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia, Sérbia, Suécia, Suíça, R. Tcheca, Ucrânia, Uruguai, Venezuela, Vietnam (*) Obra(s) de autor + editora + idioma basco, catalão e galegos Entre estes países, vale destacar 3 que tem mostras bastante representativas: Eslovênia, Finlândia e Polônia




Lembrando que: 1) Um pouco da exposição já foi mostrado em Porto Alegre http://www.neorama.com.br/q_frame0qzr.html


2) ao lado da Mostra Mundial de Quadrinhos, já começamos, em Caxias do Sul, a mostra Gestalt dos Quadrinhos http://neorama2.blogspot.com/2009/04/enquadrados-gestalt-dos-quadrinhos-em.html




Aguardo todos lá


Marko Ajdarić"




É isso aí!


Para quem ficou como eu, chupando o dedo querendo ir pro Coxias de Caxias, segue um link com várias fotos do evento, incluindo essa que colei aqui, que mostra uma certa HQ que vocês devem conhecer bem...




8- D
Ao lado de feras como Bira Dantas, Peter Bagge, e os gêmeos!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Quase9 na TV Orkut!

Repassando o convite dos meus amigões da Cia. de Teatro Quase9!

AMIGOS!!!!!

Estamos convidando todos a assitir e participar conosco do programa 8ª. ARTE, exibido pela TVORKUT nesta segunda-feira dia 8 às 22horas.
É só acessar www.tvorkut.com.br e embarcar com a gente nessa entrevista!

Durante o programa, o internauta pode entrar em contato direto com os apresentadores através de telefone ou e-mail, interagindo assim com os convidados e participando “virtualmente” do programa 8ª. ARTE.


Esperamos todos!!!!!!
Até lá!!!!!
QUASE9 TEATRO


Para quem não lembra, trabalhamos juntos na peça "Lilá - ou o Jogo de Deus":

quarta-feira, 3 de junho de 2009

5ª Feira de Quadrinho e Arte

Mais um eventão de Quadrinhos! Dessa vez em Mogi das Cruzes.

Estarei lá no domingo, dia 7 de Junho, com uma oficina de Desenho de HQ (bem simples, até porque não dá tempo de ensinar tudo...) e autografando Pieces, Café Espacial, Nanquim Descartável, Front e o que mais tiver por lá! 8- D


Segue a programação!

A Loja NONA ARTE convida todos a participarem da programação da 5ª Feira de Quadrinho e Arte, que segue abaixo:

  • · Quarta e Quinta (03 e 04/06 a partir das 18h) - Caricaturas com o desenhista Marco Aurélio;

  • · Sexta (05/06 a partir das 18h) - Oficina de Charges e Caricaturas com Floreal Andrade;

  • · Sábado (06/06 a partir das 12h) - Oficina de Roteiros com Daniel Esteves (Nanquim Descartável) e Bate Papo sobre o Coletivo de Quadrinhistas independentes da Editora 4° MUNDO com Alex Mir (Tempestade cerebral) e Will (Sideralman);

  • · Domingo (07/06 a partir das 12h) – Encerramento da Exposição Quadrinhos em Quadrões, Visita do grande desenhista Marcelo Campos (Liga da Justiça, Talvez isso, Quebra Queixo etc..), Weberson Santiago (Liah e o Relógio), Oficina de desenhos com Mário Cau (Pieces) e Oficina de Zines com Marcos Venceslau

Essa semana, a loja funcionará das 10h ate a saída do ultimo cliente!!!

Para participar das Oficinas e Palestras, é necessário chegar com antecedência no local!

Nossa loja fica na Rua Dr. Corrêa, n° 691, Centro de Mogi das Cruzes.

A entrada é franca!

Para maiores informações, acesse nosso site:

www.lojanonaarte.com.br

ou ligue para o Tel: 2988-9236

E-Blogue

O E-Blogue é um blog bem legal, com uma prosposta que, se não é orginalíssima (hoje me dia, quem é...?), pelo menos é muito válido!

Explicação, pelos próprios:

O E-Blogue.com é um zine virtual que pretende reunir, dos mais remotos e distantes cantos da internet, escritores, inventores, desenhistas, músicos, fotógrafos e artistas dos mais diferentes gêneros, para semanalmente publicá-los em uma nova edição, divulgando seus trabalhos e reunindo, em um único site, aquilo que de melhor é produzido na art-web.

Todo o material que vocês vão encontrar aqui será livremente coletado de páginas pessoais e blogues, mediante autorização e publicação do site do autor – o que, evidentemente, não impede a participação espontânea de qualquer internauta, que poderá enviar seu trabalho pra gente sempre que quiser.

Aqui você pode promover o seu trabalho, seu som, suas opiniões, suas fotos, textos e o que bem entender, como também se tornar um de nossos E-spiões, ajudando o E-Blogue.com a encontrar tudo o que merece ser encontrado na web; mas ainda não foi.


E recebi um convite para participar de uma das edições do E-Blogue, e agora também faço parte do grupo de contribuidores do mesmo! Vira e mexe, alguma coisa minha vai aparecer por lá. Começando, a última edição do Zine virtual saiu com uma seleção de trabalhos meus!

Um grande abraço ao pessoal do E-Blogue!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

SketchBooking

Alguns dos sketches mais recentes:

Calopsytas surtadas dos meus pais - Caneta BIC

Bailarina (ouvindo The Masterplan, do Oasis) - Caneta-pincel e lápis de cor

Andréia, da Pandora, na aula externa no Bosque de Campinas (e a cotia onipresente) - Caneta pincel Prismacolor

Frase dita por 10 entre 10 pais de crianças pequenas ao ver essa cena: "Olha, filho(a), o Moto-Moto!" 8- D - Pentel Brush-Pen

Tipos variados, desenho de memória. - Caneta nanquim e hidrocores