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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Testando materiais de desenho do Japão!

Oi, pessoal! Neste post, deixo algumas imagens em alta resolução para acompanhar meu mais recente vídeo no YouTube. Testei várias canetas e brushpen incríveis que trouxe da minha viagem ao Japão em março de 2019. Abaixo, você pode baixar as imagens que o resultado dos testes e os nomes das canetas, e claro, o link para você assistir o vídeo.
















quarta-feira, 10 de julho de 2019

YouTube - DESENHANDO O HOMEM-ARANHA

E aí, você tem curiosidade de saber mais sobre o processo criativo dos artistas?

Bom, eu também. Adoro ver meus amigos, colegas e ídolos produzindo e comentando seus processos, seja em vídeo ou ao vivo. Por isso, decidi começar uma nova série no meu canal, onde vou desenhar e comentar os meus truques, sugerir materiais e filosofar sobre o desenho e o mercado.



E na estreia, vou desenhar um Homem-Aranha para vocês! Durante o vídeo, deixo alguns comentários sobre os materiais que usei, as escolhas feitas e algumas dicas para você tentar aplicar nas suas ilustrações. Todos os materiais têm links para você comprar (mas só na descrição do vídeo no YT).
A velocidade do vídeo durante o processo foi acelerada em 200%, ou seja, enquanto não tem narração, a velocidade é o dobro do que eu faço de verdade. Eu costumo desenhar bem rápido em alguns casos, e o processo todo de desenhar esse Aranha, que levou cera de uma hora ao todo, virou um vídeo com 25 minutos. Dá pra ver bem o processo, mas sempre aceito sugestões.





Ah! Quer esse Aranha para você? O original produzido neste vídeo está à venda na minha loja. Aproveite, é peça única e vai pra quem comprar primeiro. Só clicar AQUI!



Qual personagem você quer que eu desenhe no próximo vídeo? Que tipo de dicas de desenho, finalização ou qualquer outra etapa dos processos criativos você quer? De que materiais você gostaria que eu desse dicas ou demonstrasse? Deixem seus comentários, aqui e no canal.

Espero que curtam!

sexta-feira, 3 de maio de 2019

YouTube - Materiais Fantásticos, parte 2

Oi, pessoal! Tudo bem por aí? Já está no ar, no meu canal do YouTube, a segunda parte de uma pequena série sobre minha viagem ao Japão, em março de 2019. Neste vídeo, vou dar uma de blogueirinho e fazer um UNBOXING dos materiais que comprei nas três lojas mostradas no vídeo anterior. Tem um monte de materiais bacanas! Logo farei a terceira parte da série, com demonstrações e resenhas de alguns dos materiais mais legais dessa lista. Se tiver algum que você gostaria de conhecer mais, é ´so me falar nos comentários. (Se vocês quiserem mais dicas de viagem, posso considerar fazer um vídeo só sobre isso! O Japão é incrível, e apesar de termos ficado pouco tempo lá, tem várias dicas bacanas pra se virar sem estresse.) Espero que curtam! Assinem o canal, curtam e compartilhem, aquele lance de sempre. E se tiverem alguma pergunta, é só deixar aí nos comentários e eu respondo assim que puder!

Para assistir o vídeo, clique na imagem abaixo:



(Para assistir o primeiro vídeo dessa série: https://youtu.be/S_9EVdMfIY0 )

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Arte-Final: Materiais e Técnicas, parte III

Olá, pessoal!

Com vários dias de atraso em relação ao planejado, está no ar a terceira parte dos textos sobre materiais de arte-final.

Hoje vou falar de canetas-pincel (ou brush-pens) com ponta porosa e/ou de feltro. Esse tipo de caneta é um pouco mais comum de achar por aí.

Bom, falado isso, deixe-me abrir mais um parêntese. Moro em Campinas - SP, e quase todos meus alunos moram aqui ou em cidades por perto. Aqui na cidade, temos uma loja de materiais artísticos decente, a Casa da Arte. É, só uma. E por ser só uma, lugar onde é mais garantido de achar nosso materiais costumeiros, talvez role algum tipo de dumping, de monoólio, sei lá. Mas é o lugar que temos, e mesmo lá, não dá para achar tudo que queremos. Por exemplo, no post anterior falei sobre canetas-pincel com cerdas. Nunca vi uma unica dessas lá. As que tenho e uso foram compradas em São Paulo, ou importadas da Dick Blick ou da Jet Pens. Dizem que dá pra achar quase tudo na Liberdade, mas como não vou pra lá há anos, n]ão sei sdizer nem se tem mesmo, nem preços, nem onde achar.

Fechando o parêntese, voltamos ao que interessa.

Essa ponta, que eu chamo de porosa, na verdade é em forma de pincel, mas o meterial do qual é feita é diferente das cerdas artificiais que já mostrei. A ponta aqui é feita de feltro, pelo que me parece. Quem já usou aquela caneta PITT da Faber-Castell sabe do que estou falando. Ou as canetas da Tombow, aquelas com ponmta de pincel (veja aqui).

Os benefícios delas estão mais ligados à limpeza e rapidez de uso. Não precisar do pote de água, de nanquim, papel de rascunho, e não ter que sujar dedos, e ter que lavar pincéis, tudo isso contribui positivamente para esse tipo de caneta. Ela é rápida de usar. Dependendo do jeito que usamos, o traço simula muito bem o de um pincel.

Outro ponto positivo é o preço. Elas costumam custar bem menos que as de cerdas, os preços são similares às canetas de nanquim descartável, daquelas zero-três, zero-cinco...

O ponto negativo, e é aí que o bicho pega, é a durabilidade da ponta. Se você testar qualquer uma delas, vai ver que elas duram por alguns dias. Quanto mais se usa, e quanto mais ênfase você dá no uso delas, mas a ponta sofre. Essa ponta, por ser de feltro, vai se desgastando com o uso, com o atrito no papel, e eventualmente, espana. Ela começa a abrir na ponta, perdendo totalmente a possibilidade de um traço fino e suave. Geralmente isso vem antes de acabar a tinta, então você fica com uma caneta que só faz traços grossos e meio irregulares.

Bom, vamos aos links das canetas e explicações. Segue abaixo uma imagem com a comparação entre as minhas canetas mais usadas.




Faber-Castell PITT Big Brush
Essa é uma caneta grande, com a ponta mais grossa que o normal. Acho ela muito versátil para cobrir áreas de preto chapado mais ou menos grandes nos desenhos, principalmente quando estou em lugares que não dá pra usar nanquim e pincel. A ponta dela sofre do mesmo mal já mencionado: ela espana muito rápido, então não sei se é uma ótima ideia como único recurso de arte-final. Se você quiser desenhar mais desencanado, é bem divertido.

Faber-Castell PITT Artist Pen
Essa é relativamente fácilde achar por aí. Essa caneta, que vem em várias cores, tem uma ponta bem mais fina que a anterior, mas eu uso para o mesmo fim: preencher áreas de preto. Às vezes, faço toda a mancha em nanquim e pincel, mas para ter um controle melhor, deixo bordas brancas ao redos de cenários e personagens, para depois vir com a PITT e cobrir essas áreas. A ponta dela, como já disse, dura pouco. O preço aqui é convidativo, de certa forma. Aqui custa uns R$ 11,00. Não sei se vale tanto a pena como único material de arte-final, mas é um extra bacana pra ter de plano B. As várias cores não ajudam muito para pintura, pois a ponta é fina, mas é legal testar algumas cores. Eu tenho uma sépia, uma azul indigo, que uso às vezes para desenhar no sketchbook.
Lembre de sempre comprar a caneta com o "B" na tampa, pois ela tem pontas padrão também.

Tombow Fudenosuke Brush Pen - Hard - Blue Body

Essa série da Tombow tem duas variantes: corpo azul e corpo verde. A azul é mais fina e mais dura. É ótima para pequenos detalhes, ou algum efeito mais pontilhado. Como a ponta é mais dura, você tem um controle melhor da espessura do traço, então fazer aquela linha mais fininha pode ser mais fácil. De novo: a ponta não dura tanto quanto poderia. Logo ela perde aquele bico bem fino e vira um bico arredondado, e parte da magia acaba aí.

Tombow Fudenosuke Brush Pen - Soft - Black Body

Apesar do nome ser "black body", ela é meio esverdeada. Essa caneta eu já achei na Casa do Artista em São Paulo algumas vezes. Repito o mesmo que foi dito acima. Elas são quase iguais, só muda um pouco a dureza da ponta.

Kuretake No. 14 Pocket Brush Pen - Hard
Essa caneta é a melhor dessa leva. Ela tem a ponta que mais se assemelha a um pincel no resultado. Apesar de ser uma "hard", ela tem uma macieza bacana, um controle bom das linhas. Claro, ela perde a ponta com o tempo, mas essa foi a que mais durou. A tinta foi acabando mas a ponta ainda estava decente. Eu a uso direto, para fazer rostos e mãos que estão pequenos no papel, mas raramente a uso no sketchbook ou outro lugar.

Micron Pigma - nanquim descartável
Essa série é daquelas canetas "genéricas" de nanquim, com a ponta porosa comum, sem ser simulação de pincel. São facilmente encontradas, mesmo em outra marca. Eu acho as da Micron muito boas, comparadas com outras tipo Staedler, Stabilo e Uniball. São extremamente versáteis, mas não simulam pincel. Se você quer um traço mais técnico, sej para arte-finalizar balões ou requadros, seja para desenhar os personagens, ela é ótima. Recomendo ter uma ou duas dessa série, nunca se sabe quando vai precisar.
Essa série tem sim uma caneta com ponta de pincel, que vem indicada com "Brush" na lateral da caneta e um "B" na ponta. Ms essa foi a pior beushpen que eu já usei, dura muito menos que todas que já mencionei.

Bom, por enquanto é só. Vou postar aqui no blog também, uma série de desenhosque ando fazendo para aquecer a mão e os pincéis para arte-final. São desenhos de outros artista,s mas estou fazendo a arte-final. Fiquem de olho!

No próximo post de materiais, falarei das pontas emborrachadas e pincéis! Até lá!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Arte-Final: Materiais e Técnicas, parte II

Olá a todos! Finalmente, vamos à segunda parte do textos sobre materiais de arte-final.

No texto anterior, falei sobre os materiais "pré-ink", ou seja, papel, lápis, borracha. A arte-final (ou inking) é a etapa do processo de criação de uma ilustração ou HQ que envolve passar nanquim sobre os traços a lápis do desenhista (que pode ou não ser você mesmo).

Parece simplista, colocar dessa forma, mas em essência, é isso mesmo. O ponto crucial de se entender, é que o arte-finalista NÃO é só um mero traçador/contornador. Quem já assistiu "Procurando Amy", do diretor Kevin Smith, sabe que existe um debate hilário entre os personagens principais, artistas de HQ, sobre o arte-finalista ser um "tracer", ou seja, o cara que só passa linhas pretas em cima de outras a lápis, como se "tirasse" o desenho com papel vegetal. Achei essa cena no youtube, infelizmente sem legendas.

O arte-finalista é responsável por muitas vezes complementar o desenho do desenhista. Este, dependente do estilo, pode deixar vastas áreas de preto para serem preenchidas pelo arte-finalista, que também pode acabar fazendo hachuras, modulação de linha, separação de planos, e até algumas decisões de foco na cena.

Um ótimo livro sobre o assunto é o "The Art of Comic Book Inking", de Gary Martin. Existiram duas edições, e depois uma especial com os dois livros em um. Ele vem com várias dicas de materiais, técnica, e exemplos de arte-final de grandes nomes da área. Além disso, vem com pranchas, em papel decente, com uma página do Steve Rude para você treinar. Segue um link no Amazon. Não achei o primeiro, mas é o mesmo nome e mesmo autor, dá pra procurar.

Além disso, o tio Gary Martin mantém uma galeria no DeviantArt com vários trabalhos. É uma ótima ideia visitar sempre que possível e entender o que exatamente o arte-finalista faz sobre os lápis.

O arte-finalista deve, então, colocar um pouco de si no trabalho. Ou muito. Certas equipes criativas trabalham juntas por anos, como o caso de Jim Lee e Scott Williams. O trabalho solo de cada um nunca é tão interessante quanto a parceria. Leva um tempo para um desenhista e um arte-finalista se entenderem.

Bom, em se tratando de materiais, agora, vou mostrar um pouco das canetas que costumo usar.

Minha arte-final tem imensas doses de pincel. Mesmo quando uso o Pain Tool SAI para arte-finalizar, configuro os brushes para me darem um resultado próximo de pincéis.

Me interessa muito a modulação da linha, que nada mais é do que a possibilidade de engrossar e afinar as linhas conforme a pressão da mão. Mas o digital raramente consegue simular o efeito de um pincel seco de forma satisfatória. Tem coisas que só um bom pincel faz.

Vou mostrar hoje as canetas brush pen que uso, mas só as pontas de cerdas artificiais. O lance dessas canetas é que elas possuem "pelos" na ponta, que dão forma de pincel. Não são pelos naturais, como a maior parte dos pincéis de cabo de madeira, e sim, um material sintético.

Podem ter dois tipos de carga: uma carga normal, fechada no corpo da caneta, que acaba eventualmente; e um cartucho ou refil, cheio de tinta, que você pode trocar quando acabar. AS tintas nem sempre são permanentes como o nanquim. Algumas soltam com água, outras não têm um tom de preto tão profundo. Mas tudo isso pode ser contornado (sem trocadilhos).

Bom, segue uma imagem com testes das minhs canetas.


Bom, vamos aos links e comentários para essas canetas, na ordem da imagem acima.

Pentel Standard Brush Pen - Medium Tip

Essa caneta foi a primeira que usei quando comecei a me interessar por brush-pens. Ela tem um corpo oco, onde fica a tinta. Esse corpo, refil, pode ser comprado avulso, e tem várias cores para escolher. Eu mesmo já comprei vermelho, azul, marrom, para testar e brincar. Ela dá uma linha bem gostosa, se você trabalhar devagar. Quando o traço é mais rápido, aí ela seca mais rapidamente também, e o traço fica com aquele feel de drybrush.
Se a tinta comaça a rarear, você pode apertar o corpo oco, que age como uma bombinha, e manda mais tinta para a ponta. Às vezes isso faz a caneta pingar, então, cuidado.
Quem usa essa caneta vez ou outra é o Rafael Grampá. Já o vi desenhando e o ritmo dele é bom com o ritmo da fluidez da tinta, mais moderado e cuidadoso, deixando os efeitos de dry-brush para quando necessários.
Essa caneta é uma das que eu menos uso.

Parêntese! Um dos arte-finalistas que me fez procurar essa caneta é o Mitch Breitweiser. Ele usa essa caneta, mas mergulhando-a no nanquim. Acho que hoje em dia ele deve usar mais pincel, mas na época vi um vídeo dele com um tutorial de arte-finalque merece registro. Aqui vai o link pro DeviantArt dele e para o vídeo. Fecha parêntese.

Pentel Pocket Brush Pen for Calligraphy
Essa caneta é uma delícia. Ela tem um padrão parecido com a acima, mas é bem menor. Seu tamanho é de bolso mesmo, e o corpo, de plástico mais duro, lembra canetas mais chiques, daquelas que advogados e etcs levam no bolso. A ponta é do mesmo esquema que a acima, mas é um pouco menor e sua fluidez é quase constante. Não tem como apertar seu corpo, então tem que se contentar um pouco com a fluidez dela. Esse modelo do link não vem com refil, mas a JetPens vende uma cartela com refis e caneta, e também caixinhas com refis.
Ela é mais elegante, portátil e versátil.
Já vi o Grampá e o Fábio Moon usarem ela.

Kuretake No. 8 Fountain Hair Brush Pen
Essa é a minha favorita nas brush-pens com cerdas. Ela tem um corpo duro, mais alongado. A ponta é de ótimo tamanho e a fluidez da tinta é perfeita. Ela trabalçha com um cartucho, não o mesmo que as da Pentel, mas já testei com o cartuchos destas e deu mais ou menos certo.
Dico mais ou menos, pois a tinta costuma vazar um pouquinho na ponta, e suja os dedos, mas nada que um papel higiênico não resolva.
Como sua fluidez é maior, se você cuidar da ponta direito, ela dura muito e simula quase perfeitamente um pincel. É mais difícil fazer dry brush com ela, já que não tem como controlar a fluidez para a ponta, mas se você tem um pincel velho ou uma brush pen da Pentel, isso não é um problema.
Se você ver no link, a cartela vem com dois cartuchos de refil, mas você também pode comprar mais. O cartucho dessa caneta vem com uma bolinha de metal na ponta. Quando colocado na caneta, a bolinha se solta e fica como num spray, móvel dentro da tinta, impedindo que ela seque ou decante.

Pilot Brown Barrel Brush Pen - Hair Brush

Essa caneta é dá família da Pilot, de corpo marrom. Vou falar de outras canetas desse tipo mas em outro post. Esta caneta tem pontas de cerdas, mas não tem como trocar o refil. Quando ela acaba, acaba. Claro, vocÊ pode mergulhá-la no nanquim, mas não é a mesma coisa. Ela tem uma fluidez legal para traços mais lentos, e detalhes, pois a ponta conegue uma espessura bem fina. Mas, num traço mais veloz, ela simplesmente não aguenta muito, e fica com traço se pincel seco. Acho que ela dura bem menos que as outras, também.

Kuretake No. 30 Double Sided Brush Pen - Hard & Hair Brush
Essa tem sido a segunda favorita atualmente. Com um corpo mais alongado, ela tem duas pontas. Uma, maior, de cerdas, com um bom controle de detalhes e espessura, fluidez bacana e facilidade para fazer dry-brush. A outra ponta, menor, tem um esquema mais "porosa" e é bem legal para pequenos efeitos e detalhes. No link você pode ver um teste das duas.
Ela também não é recarregável, mas costuma durar um tempo bom.

Todas elas são ótimas por serem portáteis. VocÊ não precisa levar um arsenal de papéis, copos, potes de nanquim e pincéis. Não precisa lavar com cuidado, não precisa ficar mergulhando elas no nanquim para recarregar. Cabem em estojos comuns, na mochila, no bolso.

Eu costumava ficar meio frustrato por não conseguir levar meu material para todo lugar. Como não tinha como levar os pincéis e nanquim, meu sketchbooks tinham muita coisa a lápis e canetas comuns, mas eu queria mesmo era desenhar com pincel. Com essas caneta,s eu posso obter efeitos de pincel em qualquer lugar. Além claro, da já mencionada limpeza.

Como já dito anteriormente, o JetPens é um site ótimo para comprar esse tipo de material. Apesar de ser em dólares, os valores são muito amigáveis e muitas vezes melhores que os encontrados por aqui. O frete estraga um pouco a brincadeira, e se você gastar mais de US$ 50,00, provavelmente será taxado no Brasil.

A última compra que fiz deles, pelo correio, foi taxada, saiu cara demais, mas mesmo assim valeu cada centavo, e saiu mais barato que comprar os mesmos materiais por aqui. Com o extra de que 2/3 deles eu nunca achei por aqui. Ouvi dizer que na Liberdade, em São Paulo, tem várias coisas dessas, mas não fui lá ainda pesquisar.

O que valeria a pena, na minha opinião, é chamar amigos que também tenham interesse em materiais, fazer uma compra grande, e rachar. Gaste mesmo, e aí, teste todas as canetas e materiais que achar interessantes. Numa próxima compra, repita só os que você mais gostou, em quantidades maiores.

Minha primeira compra na JetPens foi meio insana., Quis testar quase tudo. AS minhas favoritas, comprei de novo, um tempo depois, em quantidades maiores e fiz um estoque.

Bom, por euqnto é só. Próximo post será sobre brush-pens com pontas de borracha e porosas.

Abraços e ótimo fim de semana!