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sexta-feira, 24 de maio de 2019

YouTube - Trabalho, serviço ou trampo? - Ser Autor

Na nova entrada da série #SerAutor, proponho uma reflexão sobre três (na verdade, quatro) palavras que usamos para falar sobre a atividade que fazemos para ganhar nosso sustento (e que também podem ser usadas para falar sobre o resultado desse empenho).

Trabalho, serviço e trampo (e também empreendedorismo, que chegou de fininho e acabou ficando) são palavras que carregam em si significados e interpretações que vão desde as definições de dicionário até a percepções dos interlocutores sobre elas e as situações onde são usadas. É uma reflexão sobre pensar e agir como profissional, e como usar essas palavras para falar de sua arte ou atividade pode mudar como os outros percebem você e sua obra.

Assista o vídeo neste link, e não deixe de comentar, dar um like e seguir meu canal!




sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Ser Autor - A vida acontece 1

Acho que uma das possibilidades de ter a coluna Ser Autor aqui no Blog'n'Roll é justamente a de compartilhar certas coisas mais voltadas à "vida real" do profissional em questão, não focando totalmente nas questões "mais técnicas". Enfim, isso envolve alguns momentos de desabafo, de papo reto e de filosofadas.

Acontece que a proposta do Ser Autor era, inicialmente, ser um canal no YouTube. Era, também, ter um site só para esse conteúdo, dissociado do meu Blog pessoal. Ainda seria eu a fazer esse conteúdo, mas não com os mesmos perfis. Aí acontece que a vida acontece. Os planos estão todos de pé. Ainda realmente quero fazer tudo isso ser uma realidade. Mas a vida, cara.

Eis que estou escrevendo esse post (era pra ser curto, mas já estou vendo que tenho dificuldade em  me conter) após uma rodada de pesquisa, conversas e informações sobre a viagem que eu e a Monica faremos na semana que vem. Eu sou do tipo que gosta de planejamento, de saber o que fazer e onde fazer pra evitar ficar perdido. Eu já me perdi muito por não saber o que fazer, jovens. E como estamos indo pra países nunca antes visitados (por nós, claro) e cujos idiomas são grande incógnitas (nosso inglês praticamente fluente pode não ser muito útil), eu fico preocupado em resolver tudo com os detalhes entendidos.

Ao mesmo tempo, confio nas confluências doidas do Universo e na nossa habilidade de adaptação e jogo de cintura, além da aliada mais poderosa que temos no bolso: a internet. De qualquer forma, informação é poder e se organizar é chave pra não deixar aquela ansiedade tomar conta no antes, e a tensão tomar conta no durante.

Eu não sofro de ansiedade como uma patologia, não como vejo em muitas pessoas. Não me paralisa, não me aterroriza. Mas sim, sou ansioso, sou cauteloso, sou indeciso. Fico receoso de fazer as coisas sem saber direito como elas funcionam, como proceder.

No trabalho como autor, ilustrador, professor, todos eles, eu também sinto isso. E aí em a constatação de que quanto mais tempo você está atuante naquilo, mais fluente é, mais desenvolto. Menores são os desafios porque você já passou tantas vezes pelos mesmos processos, que eles vão se tornando instinto. Desenhar é assim, acredite em mim. Você pena no começo pra conseguir fazer aquele rostinho genérico previsível a la Andrew Loomis, e 20 anos depois, desenha como se tivesse caminhando: vira algo intrínseco e natural. Os desafios são outros. E eles, também, serão transformados em novas habilidades e soluções instintivas e "fáceis". Desde que, claro, você passe pelo período de imersão, compreensão, experiência, erros e acertos, ajustes, etc.

Abri esse post para por um pouco da minha ansiedade com a viagem pra fora, e acabou tendo até uma filosofada sobre desenhar como instinto, algo que quero elaborar mais pra frente. Falando nisso, devo admitir que essa coluna deveria ser semanal. Ou mesmo mais frequente que isso: há conteúdo, há vontade. Mas, sabe, essa coisa de planejar e lidar com a antecipação, misturada a todos os planos de curto, médio e longo prazo que tenho (não só pra 2019, diga-se de passagem), fazem com que escolhas tenham que ser feitas: o que eu vou fazer primeiro, o que eu vou fazer hoje, o que eu vou fazer mês que vem?

Prioridades. Organização. Execução.

Eu me sinto meio perdido em torno dessas coisas atualmente, por mais que tente organizar tudo. Pensando sobre, chego à conclusão de que essa viagem, essa grande e incrível viagem que faremos, me deixa antecipando, ansioso a ponto de não conseguir me organizar direito em outras coisas. Atualmente, aulas, Monstruário Vol.2, eventos e eventuais freelas são a prioridade. A viagem também tem que ser. Então, a coluna, o canal, o site e etc., ficam um pouco de lado. Estou tentando fazer um pouco de tudo, mas ainda meu cronograma não consegue contemplar, de forma fixa e organizada, todas essas coisas. Acrescente aí a temporada doida que esse nosso país;mundo está vivendo nos últimos anos, que me faz questionar a validade do empenho em produzir tudo isso frente ao que está por vir e ao que já está acontecendo no nosso mundinho... (opa, parar de pensar nisso, esquivar desse redemoinho).

Eu não queria começar um canal de Youtube filmando falas em vídeos improvisados. Não que eu veja isso como um problema, aliás, acompanho muitos canais que são assim e gosto. Mas se eu quero fazer, vou fazer bem feito, e pra isso eu preciso de um roteirinho, de uma luz boa, de um microfone, de tempo e espaço pra poder organizar esse "cenário" e tudo mais que produzir um vídeo envolve. Preciso de tempo e ideias pra montar um site dedicado a esse projeto.

E no meio de tudo, a viagem, as outras tarefas e prioridades. Esse texto inteiro pra dizer (pra vocês, mas acho que mais pra mim mesmo) que até eu voltar do Japão vai ser difícil estabelecer uma rotina de textos e/ou vídeos pro Ser Autor. Mas não esquentem, eu volto logo. E a viagem vai ser incrível. E vai dar tudo certo. E vai ser melhor dessa forma.

Agora, um abraço pra vocês, pois já estou atrasado pra cortar essa juba que chamo de cabelo e barba. Obrigado por lerem e por me acompanharem.
Mantenham-se curiosos, atentos, famintos.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Entrevista - Super Libris!

O programa Super Libris, produzido pela SESC TV, me entrevistou um tempinho atrás sobre minha profissão de ilustrador e quadrinista. O resultado, que também tem o depoimento do ilustrador Manu Maltez, você confere abaixo:



Conheça também o canal do SESC TV no YouTube, e o site do programa, que tem quadros muito legais, neste link.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Crônicas da Vida de Ilustrador

Então, mais um causo da divertida série "Vida de Ilustrador".

O ilustrador recebe um pedido de orçamento, de uma ótima agência, para retomar um projeto que já fizeram juntos para um cliente massivo. São mais algumas ilustrações na mesma linha, para um produto novo.

"Claro que sim", afinal, mantemos o traço, a identidade visual da coisa. E estou disponível, na medida do possível, para fazer umas 4 ou 5 ilustrações.

O ilustrador deveria cobrar, segundo o orçamento anterior, um preço equivalente mas com a correção blablablá, que daria X. Para ser "parceiro", ele vai e cobra um pouco menos que isso. A agência/cliente choram, e o ilustrador, entre o "perder o trabalho e o $" e "fazer, mas ganhar um pouco menos", opta por baixar o preço mais um pouco, tornando o valor por ilustração MENOR do que foi cobrado dois anos atrás. O que, convenhamos, é absurdo. Mas todos topam, e o trabalho é feito.

Feito, claro, num prazo curtíssimo, como sempre. Entendam, padawaans, que geralmente é assim: o prazo é curto, o dinheiro é pouco, e a exigência de qualidade é alta. Uma vez entregue o trabalho, há um vácuo enorme de informações e feedbacks. Pode passar um mês sem que você saiba se seu trabalho foi aprovado e se seu pagamento virá. Nesse tempo, claro, você evita começar novos projetos pois a qualquer momento eles podem voltar com alguma correção ou coisas do tipo.

Cumpre-se a profecia, passa-se mais de um mês, e quando finalmente cobro da agência um feedback, avisam que o cliente ainda não o deu, mas mesmo assim já vão encaminhar dados para emissão de nota fiscal. É, eu amito NF, malandrinhos. Tive que abrir uma empresa (MEI) para poder emitir umas 3 ou 4 notas por ano pra alguns clientes que a exigem. Me adequei.

(Não vou nem comentar que pode ou não ter havido uma pergunta sobre o meu orçamento "incluir BV", meses depois do orçamento ter sido feito; e que eu posso ter respondido que não, claro que não, nunca incluo - sempre ouvi dizer do quanto isso é sem propósito, afinal. Opa, comentei.)

As informações da NF são do cliente e não da agência. Passam mais semanas, projetos vão e vem, e de repente recebo ligações do cliente pedindo boleto, que eu não posso emitir. Então, serviria um comprovante de que a conta que informei é mesmo minha (!). E isso com a "ameaça" (aspas porque não foi em tom de de ameaça de forma alguma, a moça foi muito simpática, mas querendo ou não, é quase isso) de que se eu não mandasse até dia X, eu não receberia - e deu a entender que não receberia NUNCA MAIS. Resolvi o pepino.

No dia seguinte pela manhã, um email me informa de que o pagamento voltou pois o CNPJ parecia incorreto. Informo que a conta não é PJ, e sim PF. Então me avisam que não podem pagar uma PJ por conta de PF. "Mas eu nunca tive conta PJ, nunca informei que tinha. Sempre recebi corretamente por essa conta..."

Cai a ficha de duas coisas. 1) No último trabalho para esse cliente, a nota foi emitida para eles e o ilustrador heróis teve o mesmo problema, resolvido com dores de cabeça e complicações. 2) Talvez aquele BV que a agência queria era pra cuidar disso, emitindo eles a NF e me pagando depois. E o ilustrador pensa: POR QUE NINGUÉM ME PERGUNTA OU AVISA ANTES? Olha, eu sou um ser humano muito solícito e amigável, muito mais maleável do que o mundo e a maioria das pessoas chegam a merecer. E ainda assim, essas coisas acontecem.

A resolução está acontecendo enquanto escrevo.

Não citei nomes pois isso é enti-ético e espero que ninguém se ofenda com esse meu texto (eu sei que quase ninguém mais lê blogs, mas vai saber). A verdade é que, nesse mundo de freelances, o ilustrador, no caso, é sempre o que mais se ferra. Lida com prazos ridículos, é mal pago quase em todas as vezes, se desdobra para conseguir resolver tudo, visando o dinheiro que paga as contas (o mundo, que trabalha em horário comercial,  não te dá moleza só porque você é freelancer), e no final do processo, tem que esperar dois meses para receber, encarar esses pepinos de sempre, e depois ficar mais uma vez à deriva, até o próximo pedido de orçamento (desses, boa parte nem sequer dá resposta).

Mais um desabafo em forma de episódio das suntuosas Crônicas da Vida de Ilustrador. Até o próximo freela, padawaans! Não se rendam ao lado negro da Força.







terça-feira, 21 de setembro de 2010

Todos os lados

Oi, pessoal!

Só passando para falar um oi e tirar as teias daqui.

De ontem para hoje recebi mais briefings de ilustrações, estou empenhado nas páginas do Dom Casmurro, mandando ver nas páginas da Nanquim Descartável 4 e tentando no meio-tempo terminar a última HQ pra Pieces 3.

Logo também deve sair o zine Acéfalos, do meu amigo Fabiano Carriero, cuja capa eu ilustrei, e com uma entrevista comigo (olha só que chique eheheh). Em breve também, participo da Machado 2!

E, espero, até o fim dessa semana, fechar a NÓS definitivamente com o pessoal da Balão Editorial.

Ontem foi publicada a minha ilustração do tema FADAS no TNTema, não deixe de conferir. Não vou linkar pois o post está sem título, e eu não descobri como linkar assim.

É muita coisa ao mesmo tempo, isso sem contar as aulas na Pandora e as viagens a São Paulo e/ou Pedreira nos fins de semana...

Todo lado que eu olho mostra uma coisa pra fazer. Tem que ter muita energia e disciplina pra conseguir, mas às vezes, mesmo tendo tudo isso, ainda assim não dá pra dar conta de tudo no prazo.

Infelizmente existem prioridades e as maiores são as que pagam melhor. É duro admitir que, apesar do mojo pra desenhar HQ, as ilustras pagam mais e melhor e eu preciso dar conta delas pois o prazo é mais apertado.

Pois é. Deixe-me voltar pra prancheta.
Cuidem-se!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Trabalho em Grupo



Deu vontade de escrever sobre isso ontem à noite...

Lembra quando você estava na escola, ou faculdade (ou se você ainda está em um deles), e o professor pedia um trabalho em grupo? Você era de qual facção?

A dos alunos que simplesmente não fazem NADA pelo trabalho e esperam que outras pessoas façam?
A dos alunos que tomam a liderança, correm atrás de tudo, lidam com a incompetência e a desatenção (e o desinteresse, por que não?) dos outros do grupo, e prezam por um trabalho bem feito?
Ou a mais rara, a dos alunos que fazem sua parte bem-feita e participam para o bom funcionamento do grupo, semp recisar corrigir, reescrever ou mesmo fazer toda a parte dos outros?

Pois é.

Tomar a liderança num projeto é uma coisa complicada. Se você acha que tem calibre pra coordenar as pessoas, faça. Não dá pra ficar sempre ouvindo outra pessoa te dizer o que fazer. Muitas vezes você tem exatamente a noção de como as coisas podem ser feitas. Fale com as pessoas. Nem que seja para você virar o "chefe" da turma. Vire. O seu trabalho precisa ser feito, e é melhor que seja bem feito.

Claro que num mundo real nem sempre essas utopias funcionam. Temos toneladas de pessoas que copiam um texto do Google, sem fonte, sem referencial, e colam no Word. Tem gente que precisa resumir algum texto e não sabe nem pontuar seu próprio. Tem pessoas que precisam seguir um modelo de texto e formatação, e ignoram isso e simplesmente fazem de qualquer jeito. Tem quem precise pesquisar as coisas pra saber como se faz direito, e nem pra abrir o Google e procurar...

Tem visitas a serem feitas, entrevistas a serem gravadas, e sempre aqueles mesmos 2 ou 3 alunos que vão. As desculpas são sempre justificáveis, quando sequer são dadas, mas não são sempre boas. Um problema chato é quando, depois que tudo foi feito, bem feito, e por poucas pessoas, o reso do grupo pode se defender dizendo que aquelas pessoas tomaram as rédeas, centralizaram as coisas, que, se fosse dado algo pra eles, eles fariam.

Fariam nada.

É muito mais fácil você dizer que ajudaria depois que a coisa está pronta. É muito fácil taxar seus colegas de centralizadores depois que eles fizeram tudo que você não fez ou fez nas coxas.

É, meninões. Não é fácil. Como aluno e como professor, já me deparei com situações semelhantes. Mesmo num trabalho profissional, quando é em grupo, precisa ter um equiíbrio, uma entrega, dedicação. Nos quadrinhos, temos alguém que age como editor, e muitas vezes é essa pessoa que coordena o trabalho. Já trabalhei com editores fantásticos. Daqueles que estão abertos a conversas e troca de idéias, porque formaram um time decente e sabem que o resultado vai ser bom.

Não sei qual é minha conclusão nisso tudo. Só precisava elaborar um pouco mais o tema.

Na Pieces, eu sou meu editor. Eu sou todas as etapas do processo. Nem sempre esse modelo ajuda, já que a Pieces também não é minha única prioridade.

Hpje acordei cheio de vontade de trbalhar na Pieces 3. Tem um roteiro de uma HQ de 1 página lá na prancheta me esperando. Recebi um telefonema pra uma reunião sobre um possível freela. Estou aguardando retorno do Colégio pra saber se vou ou não ter alunos suficientes hoje pra dar aquela aula que ocupa toda minha tarde. E à noite, saio para comemorar com meus amigos o sucesso do grande Eduardo Ferigato, que vai desenhar nada menos que O Fantasma!!!

Se eu pudesse escolher, de verdade, eu faria a Pieces até as 21h e depois sairia comemorar. Independente de quem paga melhor.

Mas nem sempre dá certo.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Fim de ano chegando

Pois é, mais um ano indo embora.

Estou praticamente fechando produções para esse ano. Já fiz tudo que tinha pora fazer, de apostilas a aulas, de storyboards a ilustrações, de HQs a redesigns. Agora, me declaro de férias! Tudo que produzir de desenho será pela minha própria vontade e satisfação!

2008 foi um ano maravilhoso no que diz respeito ao meu trabalho. Conheci mais gente, profissionais e amadores, gente maravilhosa e talentosa. Tive muitos trabalhos publicados e reconhecidos. Fui a lançamentos e festas, tanto como autor como fã. Expandi mais ainda contatos e horizontes, isso sem nem mencionar a viagem à Comic Com em San Diego, que foi simplesmente o melhor momento do ano.

Meu último trabalho esse ano será uma produção pequena de Natal, convidado pelo meu amigão Daniel Esteves, que deve estar pronta amanhã ou quarta.

Nesse domingo já tive momentos muito gostosos na chácara com meus pais, simplesmente desenhando eles, paisagens, calopsytas surtadas e a chuva. O sol já estava se escondendo e o céu ficava escuro enquanto eu ainda tinha pique e vontade para continuar desenhando. Nessas férias, muito merecidas, espero enchar mais várias folhas do meu sketchbook.

Espero ainda voltar ao blog pra desejar a todos um Feliz Natal e postar mais algum desenho de fim de ano!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Muita coisa acontecendo ultimamente! Boas novidades que logo contarei.



A úncia coisa que to achando ruim é o tempo "perdido" durante trabalhos. Entre um e-mail e outro, muitas vezes não dá para continuar o projeto por falta de informação, ou não dá tempo hábil para dar pause naquele e começar outro paralelo.

De qualquer forma, hoje promete ser um dia corrido abusando da tablet e dos pincéis.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Pão e Rosas

Estou começando os esboços de uma nova HQ. Escrita pelo grande Hector Lima, Bread and Roses se baseia na música de mesmo nome que canta sobre as mulheres grevistas.
A história se passa em Lawrence, Estados Unidos, em 1912, data da greve têxtil. Não vou falar demais para não estragar surpresas.

Para mim, é um desafio diferente. Sempre quero desafios novos, como desenhar o roteiro de outra pessoa. O roteiro do Hector é muito bom, mas eu não consegui contar minha narrativa e, das 4 páginas previstas, fomos para 7. Assim consegui explorar melhor uns dramas e impactos.

Aqui está um lay-out tableteado (viva a Cintia!) das primeira páginas:


E abaixo você confere uma capa preliminar da coletânea WORK, onde nossa HQ será publicada: