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sexta-feira, 22 de novembro de 2024

ILLUSTRATION ART SCAM ALERT - ALERTA DE GOLPE DE ILUSTRAÇÃO

 ART SCAM ALERT:

Guys, recently I receive an email requesting my illustration work and it looked legit but also kind of "too good to be true". We went back and forth and it seemed to be going well, but then I received yet another email, from a different person, with the exact same text.

They were well-written and actually decent briefings. The project was to create 5 illustrations and their budget was 1k dollars for each piece (which I think is a lot for this kind of project, but hey, it's very welcome). I did some research and found other artists alerting for this scam.

They say they'll "need exclusive rights to the images, as they will be printed and distributed to workshop participants". Also, "proposing a bank draft given the amount involved", but I learned they will send a check and then ask for part of it in return. The check, of course, will bounce.

People say that they'll come up with weird excuses for the money return, which they ask to bee done via Zelle. They also will not respond anything regarding th job itseld, even if you send sketches. They'll propose video calls but then won't do it.

This is the FULL email I received:
Thank you for your interest in this project. I was truly impressed by your skills showcased on your website, which led me to believe you would be a great fit for this important initiative. Please share your work experience and let me know if you can fulfill the project features outlined below. 
I am very open to scheduling a call for better explanation and be sure you understand our vision for the project. I am only available during my lunch hour 12/1pm let me know whatever works for you The workshop project is organized by an educational board aimed at enhancing learning for students at Springfield High School. 
We need illustrations for an upcoming workshop titled "Awareness," which targets students aged 15 to 17. The goal is to raise health safety awareness among these students. I require your expertise to illustrate the scenarios listed below. The illustrations should be in a horizontal layout, digital, colored, and set against a plain background. The drawings must fit standard letter size (8.5 x 11”) and be delivered in PDF format. I will need exclusive rights to the images, as they will be printed and distributed to workshop participants. 
The workshop will occur in two phases. Phase One: 1. Doctor discharging a recovered flu patient (both wearing masks) 2. A group (no more than 7) maintaining a safe distance from others (at least 1 meter) 3. A group (no more than 7) getting vaccinated 
Phase Two: 1. A sick female patient in a hospital bed within a hospital setting 2. A group (no more than 7) washing their hands with soap and water. I've attached a sample for your reference. 
The final deadline for submitting both phases, after reviews and corrections, is February 27, 2025. My budget is $1,000 per piece, totaling $5,000. Please let me know if that works for you; if not, I’d appreciate your quoted price and preferred payment method. I’m proposing a bank draft given the amount involved. I look forward to your response!
 Best regards,


So, keep an open eye for this. Usually they can change the first few lines and the title of the project (used to be about Covid, then shifted to a generic awareness), but the rest is basically the same. Now you know. Don't fall for it. I didn't. Hope it helps!

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Pessoal, recentemente recebi um e-mail solicitando meu trabalho de ilustração e parecia legítimo, mas também meio "bom demais para ser verdade". Nós fomos e voltamos e parecia estar indo bem, mas então recebi outro e-mail, de uma pessoa diferente, com exatamente o mesmo texto. Eles eram briefings bem escritos e realmente decentes. O projeto era criar 5 ilustrações e seu orçamento era de 1k dólares para cada peça (o que eu acho que é muito para esse tipo de projeto, mas ei, é muito bem-vindo). Eu fiz algumas pesquisas e encontrei outros artistas alertando sobre esse golpe. Eles dizem que "precisarão de direitos exclusivos sobre as imagens, pois elas serão impressas e distribuídas aos participantes do workshop". Além disso, "propondo um cheque bancário dado o valor envolvido", mas descobri que eles enviarão um cheque e então pedirão parte dele em troca. O cheque, é claro, será devolvido. As pessoas dizem que eles inventarão desculpas estranhas para a devolução do dinheiro, que eles pedem para ser feito via Zelle. Eles também não responderão nada sobre o trabalho em si, mesmo que você envie esboços. Eles proporão videochamadas, mas não farão isso.

Acima, você encontra o texto completo do email recebido. Então, fique de olho nisso. Normalmente eles podem mudar as primeiras linhas e o título do projeto (costumava ser sobre a Covid, depois mudou para uma conscientização genérica), mas o resto é basicamente o mesmo. Agora você sabe. Não caia nessa. Eu não caí. Espero que ajude!


quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Encontro Ilustra ao vivo

Oi, pessoal! Hoje tem bate-papo ao vivo no canal do Encontro Ilustra! 

Vou conversar com o Marcel Bartholo sobre meus trabalhos e carreira, novos projetos, dicas e segredinhos a vida do autor de quadrinhos e responder as perguntas do público.



 

Release:

02/09/2020
Vamos bater um super papo com o Quadrinista e Ilustrador (e youtuber rs) Mario Cau !
Vamos conhecer seus processos criativos e falar sobre sua incrível dedicação aos Quadrinhos!
O horário será um pouquinho mais tarde que o usual... Não percam!
20:30h da noite!
Mandem suas perguntas!
Apoiem seu projeto no Catarse que comemora os 15 anos da série "Pieces"

terça-feira, 19 de maio de 2020

COMMISSION LIST 2020

Oi, pessoal! Tudo bem por aí?
É com muita empolgação que anuncio que está aberta a minha Commission List de 2020!

OK, mas o que é isso?

Commissions são artes originais, produzidas sob encomenda pelo leitor/cliente, ilustrando o(s) personagem(ns) escolhidos - vale qualquer um: personagens meus, do cliente, de editoras, games, séries, filmes... 

Farei três opções de arte: colorida, em preto e branco e em tons de cinza. Os valores são referentes às artes produzidas em formato A4 (21x29cm), em papel especial (Bristol opaline 180g) e finalizadas em nanquim e marcadores (aquelas canetinha lindas). O envio será feito pelos correios em envelope protegido.

Não tem limite de artes por pessoa, nem limites na lista. Enquanto a quarentena durar, vou produzir commissions. Para garantir o seu, siga as instruções abaixo: 

Acesse MEU SITE (ou leia abaixo) para ver os valores e opções de acabamento,assim como uma galeria de exemplos de commissions já feitas. Então, vá à MINHA LOJA para fazer seu pedido. É possível parcelar o valor, pagar pelo PagSeguro, Mercado Pago e PayPal. Para compras acima de R$ 200, o frete é GRÁTIS!

Se preferir conversar comigo para ver a disponibilidade de outros formatos e acabamentos ou tirar dúvidas, é só mandar um e-mail (veja abaixo)




Lembrando: você não compra uma arte já pronta, você encomenda uma! É isso, eu desenho o SEU personagem favorito e essa arte é inteirinha sua! ;)



Exemplo de Commission em Preto e Branco

Exemplo de Commission em Cores

Exemplo de Commission em Tons de Cinza

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

YouTube - CRIANDO UMA CAPA DE LIVRO + papo sobre ILUSTRAÇÃO

Vamos criar uma capa de livro? Neste vídeo, acompanhe todo o processo criativo da capa do livro “Autor Presente!”, dos rascunhos iniciais às cores. E também mais algumas considerações sobre o trabalho do ilustrador. Ficou com alguma dúvida? É só deixar seu comentário aí embaixo! Ah, sim! Todas as capturas de tela foram aceleradas em cerca de 2000%. O tempo total de produção a partir do lápis digital até a finalização das cores, sem contar trocas de emails e os desenhos de layout no caderno) foi de cerca de 3 horas e meia.

==== Sobre o livro:


A obra reúne desenhos de alunos do 3º ano do ensino fundamental e textos de alunos do 4º ano do ensino fundamental da rede estadual de educação. Os alunos, todos entre 8 e 10 anos de idade, desenharam e escreveram inspirados pelo tema “O respeito dá o tom”. O livro reúne, assim, textos e desenhos de 80 alunos de 44 escolas de 21 municípios de abrangência da 39ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), responsável pelo projeto e aqui representada por Cristina Lunkes Hartmann, que recebeu o apoio de 15 patrocinadores, possibilitando o lançamento do livro sem qualquer custo para a escola ou os estudantes. “Autor Presente!” passou por cidades pequenas, comunidades do interior e aldeias indígenas. Ao todo, mais de 1500 estudantes foram abraçados pelo projeto. O lançamento acontece dia 17 de outubro, quinta-feira, entre 14h30 e 16h30, na UPF Campus Carazinho, ocasião em que os alunos, agora autores, poderão autografar os exemplares de seu livro. Este é o 9º lançamento do Selo Nascedouro, da Editora Os Dez Melhores, que de 2013 pra cá já publicou textos e desenhos de mais de 400 estudantes do interior do Rio Grande do Sul. Editora Os Dez Melhores: http://www.osdezmelhores.com/ https://www.facebook.com/editoraosdez...

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Sobre os Pequenos Escritores do Rui, vol.2

Saiu essa semana, no Blog da Editora Os Dez Melhores, da querida amiga Jana Lauxen, um texto muito bacana sobre o livro Pequenos Escritores do Rui Vol.2, cuja capa eu tive o prazer de ilustrar.

Leia o texto completo AQUI.

É um projeto muito legal, onde os alunos do colégio Rui Barbosa escreveram receitas poéticas e desenharam também. O resultado ficou muito fofo.

Clique para ler mais sobre o livro e ver as etapas de elaboração da ilustração de capa.

E a capa, como ficou? Veja abaixo:



sexta-feira, 24 de maio de 2019

YouTube - Trabalho, serviço ou trampo? - Ser Autor

Na nova entrada da série #SerAutor, proponho uma reflexão sobre três (na verdade, quatro) palavras que usamos para falar sobre a atividade que fazemos para ganhar nosso sustento (e que também podem ser usadas para falar sobre o resultado desse empenho).

Trabalho, serviço e trampo (e também empreendedorismo, que chegou de fininho e acabou ficando) são palavras que carregam em si significados e interpretações que vão desde as definições de dicionário até a percepções dos interlocutores sobre elas e as situações onde são usadas. É uma reflexão sobre pensar e agir como profissional, e como usar essas palavras para falar de sua arte ou atividade pode mudar como os outros percebem você e sua obra.

Assista o vídeo neste link, e não deixe de comentar, dar um like e seguir meu canal!




sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Ser Autor - 10 dicas para quadrinistas (André Diniz)

Oi, pessoal! Tudo bem?

Enfim, de volta à nossa (ainda) nova seção do Blog'n'Roll, onde trago informações diversas e úteis para quem quer ser um autor de quadrinhos (mas não só: ilustradores, artistas, roteiristas...). A ideia sempre é abordar algum tema interessante e comentá-lo. Aliás, como sempre, fiquem à vontade para deixar seus comentários após a leitura: agora eu consigo respondê-los!

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Antes de continuar para a nova coluna Ser Autor, quero pedir desculpas pela demora em retomá-la. Nas últimas duas semanas, além da volta às aulas (na Pandora Escola de Artes), mergulhei na produção do Intermezzo, capítulo de Monstruário Vol.2 que é todo feito em técnica mista. Esse tipo de experiência é muito interessante, e devo falar disso em uma nova coluna muito em breve. 
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A coluna de hoje traz uma série de 10 dicas para quadrinistas, escritas por ninguém menos que o mestre André Diniz. Para quem não o conhece, o André é simplesmente um dos mais premiados e competentes roteiristas brasileiros. Atuante no mercado independente e editorial há muito tempo, desde a produção de fanzines e a fundação do site Nona Arte, até hoje, com títulos publicados no Brasil e em vários outros países. Entre seus títulos mais recentes, estão "Olimpo Tropical" (com Laudo Ferreira), "7 Vidas" (com Antonio Eder), "Matei meu pai e foi estranho" e "Morro da Favela".



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Nós já colaboramos em um livro, em 2015, chamado "Quando a noite fecha os olhos", um drama sobre acertar as contas com o passado, solidão e aceitação. Você pode adquirir a sua cópia na minha loja, clicando aqui.
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Se você é um novo autor de Quadrinhos, começando nesses caminhos da produção autoral, sempre há muito o que aprender. Eu costumo falar bastante sobre o mercado, sobre o dia-a-dia de um autor de HQ no Brasil... Nas minhas aulas, sempre aparecem histórias e conselhos. Acho extremamente valioso quando me aconselham, e fico feliz em poder passar o conhecimento e experiência que tenho para quem se interessar.

Eu produzo HQ, com essa identidade de AUTOR, há 15 anos, e publico há 12.  A experiência é algo essencial, e ultimamente ando vendo que muitos novos autores, ou mesmo pessoas que querem tornar-se autores, têm em suas mãos a ferramente de pesquisa mais poderosa do mundo (a internet) e ainda assim, falham em buscar informações sobre o que querem.


Converso com muita gente pela internet (e ao vivo também) sobre esses assuntos. Boa parte do que explico poderia ser encontrada na internet. Muitas vezes, só seguir os autores favoritos nas redes sociais já é essencial, pois todos falamos disso vez ou outra. Nessas conversas, sempre tem aquele assunto, que parece ser o mais interessante para o novo autor: COMO PUBLICAR MEU TRABALHO?


Se você pensa em produzir Histórias em Quadrinhos e não sabe bem por onde começar; ou se já produz e quer publicar de alguma forma, pensa em editoras, pensa na web, leia o seguinte texto, com certeza vai te dar algum direcionamento positivo. 

Vale acrescentar, no entanto, que essas são dicas e não regras. Todos são livres para interpretar as dicas do André e discordar delas, também. O mais importante, sempre, em relação a essas questões de trabalho é: ser honesto e justo, não prejudicando ninguém; e encontrar um meio de fazer as coisas que te agrade e funcione de fato (aliás, isso também vira uma coluna em breve).


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O texto abaixo foi originalmente publicado no site Muzinga, em em fevereiro de 2014. Reproduzido aqui com autorização do autor.
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1:: Esqueça as editoras como o único caminho. Questione até mesmo se elas são o melhor caminho. Uma parte das editoras brasileiras que estão publicando HQs mal fazem o básico do básico: colocar o livro nas livrarias. Divulgação então, nem pensar. Muitas das HQs que vêm se destacando, ganhando prêmios e repercutindo, servindo de passaporte para as editoras sérias, são edições independentes, bancadas e distribuídas pelos próprios autores, ou mesmo HQs na internet. Se você não avaliar como boa a proposta da editora, ou se você não consegue encontrar os outros títulos dela nas livrarias, ela não tem nada pra lhe oferecer. Mesmo que este seja o seu primeiro livro.

2:: Lembre-se de que o artista brasileiro não apenas compete com o que vem de fora: ele compete com a fina nata do que vem de fora. O quadrinho estrangeiro publicado aqui já mostrou-se um sucesso de vendas ou de crítica pelo mundo e justamente por isso ele foi escolhido pela editora brasileira. O que fracasse lá, fica por lá mesmo. Isso só mostra o quanto temos que dar o melhor e mais um pouco do nosso talento e profissionalismo.

3::Se o seu quadrinho é igual ao que já faz sucesso, o leitor vai no produto original. Boa ou não, uma HQ vinda da indústria americana ou japonesa foi produzida por profissionais muito bem pagos, ancorados em décadas de marketing, em personagens conhecidos mundialmente, com investimentos pesados, com equipes de profissionais para tratar de cada detalhe do desenvolvimento desse produto, por empresas que são referências mundiais nessa área. Querer fazer uma HQ igual à que vem lá de fora, repetindo seus formatos, seus estilos, abordagens, temas, apelos etc etc, e competir pelo mesmo público, é o mesmo que uma emissora nova de TV do interiorzão do Brasil, sem prática, sem profissionais qualificados, sem orçamento, lançar uma novela que vai passar no mesmo horário das novelas da Globo.

4:: Tamanho não é documento. Tipo de papel também não. Se a sua HQ for boa, ela vai ser reconhecida independentemente do número de páginas, do formato ou do tipo de impressão. Isso é algo maravilhoso desse nosso cenário das HQs brasileiras. Ninguém se impressiona mais com a embalagem. Se o cara é bom, ele é bom.

5:: Frequente os eventos e vá aos lançamentos. Faça cursos. Não tem melhor forma de conhecer a turma da área, de trocar ideias, de aprender. Sem falar que você tá vendo na prática os autores enquanto fazem suas HQs acontecerem.

6:: Olhe mais pra página, olhe menos pro espelho. Nunca caia na armadilha do ego insuflado. Quadrinhista que se acha grandes coisas é tão ridículo como aquela garotinha de nove anos de idade querendo passar batom porque já se acha adolescente. Ou como o moleque de 13 que fuma e se acha mais homem por isso. Mais: você vai fatalmente se prejudicar. Porque quem se acha perfeito não precisa melhorar em nada, daí fica estagnado e o mundo dá voltas, menos ele. O grande artista vai ser aquele que estiver insatisfeito com o seu trabalho mesmo depois de 70 anos de carreira, que continuará procurando onde pode ser melhor. Será aquele que gosta dos elogios mas sabe relativizá-los. Será aquele que está aberto à crítica, ao novo, a opiniões contrárias.

7:: O que você quer dizer com a sua história? Se você não sabe, algo está errado. Se você sabe direitinho, algo está errado também. Se você sente que há uma resposta, se você até sabe responder em parte, mas não sabe exatamente qual é a resposta definitiva, talvez, aí sim, você esteja no caminho certo.

8:: Só lembrando: mesmo depois de finalizada e publicada, a sua HQ ainda não está pronta. Você só fez a metade. A outra metade, quem vai fazer é o leitor. É ele quem vai finalizar a sua história. Não se esqueça de que ele existe, nem despreze o seu papel. Não faça a HQ só para si, ou ela não chegará a lugar algum.

9:: Não subestime o seu leitor. Não precisa explicar tudo. Sim, ele sabe interpretar. Sabe e gosta. Ele quer conversar com a sua história, não ficar calado, ouvindo só você falar, incessantemente, tudo explicadinho. Ele tem reações espontâneas, não precisa que nada o indique que aqui é pra rir ou que aqui é pra sentir medo. Mais: ele pode querer rir de algo na sua história, que você, autor, não fez pra ser engraçado. Ele tem o direito de discordar do seu mocinho. Não o prive desse direito.

10:: Avaliar a sua própria obra é como se ver em uma foto ou ouvir a própria voz num gravador. Soa estranho, tem algo esquisito, é difícil de avaliar. Afinal, estou gordo ou não? Sou assim mesmo ou é só na foto? A minha voz tá muito diferente. Mas por que a voz dos outros está igual? Se alguém trouxer críticas, sugestões ou opiniões sobre a sua obra, ouça. Se ninguém comentar nada, peça que comentem. Não que você deva acatar tudo: vai ter quem ache longa, vai ter quem ache curta. Mas ouça. Só que ouvir na defensiva, preparado pra rebater tudo o que não lhe agradar, não vai adiantar nada. Apenas ouça, caramba!

P.S.: Sobre a primeira dica: não prego contra editoras. Quase tudo o que lancei de 2005 pra cá foi por editoras e continuo fechando novos projetos com outras das quais admiro, e muito, o trabalho. O trabalho de criação, quando trabalhado em conjunto com um bom editor, ganha muito em qualidade. Esqueça esse papo de que “ele quer interferir no meu trabalho”. O bom editor vai fazer com que você continue dizendo exatamente aquilo que queria dizer, mas de forma muito mais eficiente.
Se o melhor caminho será ou não uma editora, depende de cada projeto e do momento do autor. É uma maravilha que as editoras não sejam o único caminho, o que impediria muitos projetos. Talvez não valha a pena esse seu título seguir para uma editora, e talvez valha a pena esse outro. Mas autores novatos, muitas vezes, vêem as editoras como única possibilidade, e não são. Ao contrário do que possa acontecer com outros meios, nem público, nem crítica, vêem a edição independente de quadrinhos como “o último suspiro daquele cara que não foi capaz de conseguir uma editora”. Quadrinhos independentes são um movimento fantástico, pelo qual praticamente todos os quadrinhistas nacionais já passaram ou ainda estão nele.
Dito isso, não atenuo em nada a importância de se pesquisar: vale a pena com essa editora? E reforço a dica: vá no site da editora e veja o que ela lançou recentemente. Depois, sonde nas livrarias. Não tem em nenhuma? Não encontro esses títulos em lugar algum? Não vi os títulos à venda nas lojas especializadas nem nos eventos de quadrinhos? Então, fatalmente, isso vai acontecer com o seu livro também, sinto informar.
Se a editora não põe o seu livro na livraria, você não tem leitor. Você trabalhou pra ninguém. Suas ideias e o seu suor vão ficar trancados em um depósito, apodrecendo. Você não recebe comissão de vendas, porque não houveram vendas. Você não forma novos leitores nem mantém os antigos. Você não ganha prêmios e ninguém vai fazer uma resenha da sua HQ. Você não ouve críticas e não cresce com elas. Você não vê a reação dos seus leitores. Você não vai ter nota no jornal.
“Peraí, a editora gasta imprimindo o livro mas não o põe à venda? Isso não faz sentido”. Não faz mesmo. Mas acontece, e muito. Claro, para uma editora pequena ou média, ainda é difícil ter os livros em todas as principais livrarias do país, isso é quase utópico. Mas o livro tem que ir para algum lugar. Que se trabalhe os livros em eventos, em pontos de venda específicos, ou que se ache uma solução. Os independentes já acharam.

Vale a pena assinar contrato com essa editora? Eu acho que não.
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Então, é isso. Espero que essas dicas sejam úteis. Deixem nos comentários suas opiniões, e em breve voltamos com mais Ser Autor.
Grande abraço!


terça-feira, 28 de agosto de 2018

Ilustração - Pequenos escritores do Rui

Mais um projeto bacana que traz um retorno mais bacana ainda! 

Fiz a capa do livro "Pequenos escritores do Rui", editado pela amiga Jana Lauxen e publicado pela Editora Os Dez Melhores. O livro traz receitas de comidas e de brincadeiras escritas pelos alunos do Colégio Sinodal Rui Barbosa. 


Aqui no Blog'n'Roll você pode ver um pouco do processo criativo da capa, com esboços, arte-final e as cores:
Enviei para a editora 4 opções da capa, em rascunhos mais soltos e que brincam com a ideia principal do livro: a escrita, a culinária e as crianças criando.


Lápis final, baseado na ideia escolhida pela editora. Neste estágio, feito digitalmente, já estão definidas a composição, expressões faciais e corporais e os detalhes mais importantes do desenho.


Na arte-final, também feita digitalmente, quis manter a ideia de um desenho feito com materiais que as crianças usam, como lápis de cor e giz de cera. Por isso, usei um brush que simula esse efeito mais de cera, seco e bem texturizado.

E a versão final, já colorida, com diagramação e logo do Charlotte Estúdio.


E olha o meu exemplar, que coisa especial: autografados pelos próprios alunos autores! 


Outra coisa muito bacana é que o livro já está esgotado! Todos os exemplares foram vendidos no lançamento. Fico muito feliz por isso, e espero que essa garotada continue investindo na sua criatividade. E a editora, na criatividade dos seus autores e parceiros. Estarei sempre por perto. :)

Conheça mais sobre o livro no Blog da editora, aqui.

A obra reúne receitas poéticas, receitas culinárias e ilustrações de 47 alunos do 3º ano do Ensino Fundamental do Colégio Sinodal Rui Barbosa, de Carazinho/RS.Lançamento: agosto de 2018.
Responsável pelo projeto:Jana Lauxen tem 33 anos, é editora e escritora, autora dos livros Uma Carta por Benjamin (2009), O Túmulo do Ladrão (2013) e O Duplo da Terra (2016). Ministra palestras, cursos e oficinas literárias, e é colunista dos jornais O Informativo Regional (Sananduva/RS), A Folha (Não-Me-Toque/RS) e Tribuna (Carazinho/RS), além de colaboradora da revista Café Espacial. Publicou em mais de quinze coletâneas, e organizou treze, algumas em parceria com outros escritores. É responsável pelo selo Nascedouro e pelo projeto Incubadora do Livro, da Editora Os Dez Melhores.


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Opinião - Sobre a vida de artista...

Um tempo atrás, recebi um email do Rodrigo, me perguntando sobre vários aspectos da vida de quadrinista, professor, artista, ilustrador... Enfim, tudo o que eu faço, meu trabalho.

Não é a primeira vez (e, com certeza, não será a última) que alguém me pergunta sobre isso, e as respostas são sempre tão longas e precisam de tanta elaboração, são tão relativas, que a cada vez que respondo penso que deveria ter salvo tudo aquilo para disponibilizar aqui no Blog. Isso pode ser útil de verdade para alguém, que como o Rodrigo, tem interesse em se aprofundar nas áreas em que eu atuo, assim como para novatos que têm interesse no funcionamento do nosso mercado (esse termo é meio complicado, mas vamos deixar a discussão sobre existir ou não um "mercado" pra próximos textos...).

Seguindo o conselho da minha esposa, vou começar a reunir essas respostas aqui no Blog, com a esperança de que elas possam ser úteis a mais pessoas. Meu tempo é cada vez mais escasso para poder me dedicar a falar por um longo tempo sobre isso para uma pessoa de cada vez. E tem muitas informações que são específicas para cada caso, mas também tem muita coisa que serve pra muita gente. Pretendo, em breve, fazer mais compilados desse tipo de informação.

Abaixo, segue um resumo, editado, da pergunta do Rodrigo, e a minha resposta na íntegra. Ah, em tempo, o Rodrigo me autorizou a publicar a resposta. Valeu, Rodrigo! Espero que tenha sido útil de verdade.

P: Conversei com você na Comic Con, do ano retrasado. Falei que tinha lido suas histórias, uma que falava que você tinha aprendido muita coisa sobre arte na Unicamp, mas de uma outra maneira.(...)
Temos afinidades, gosto do seu trabalho, e acho que é proveitoso trocar experiências com você.
Num fórum que você participa, voce comentava sobre como viver dos quadrinhos, ou da arte de desenhar. 
Bem, queria saber sobre isso com você. Como você faz para viver dessa arte, do desenho? Você disse que dava aulas também. Onde? Que sugestão dá para alguém que queira viver do desenho? (...)
Tenho tentado viver do design gráfico. Estudei Artes Visuais e atualmente faço Produção Editoria, mas é um mercado difícil. Queria saber que sugestão daria? (...)

R: Oi, Rodrigo. Tudo bem?

Bom, cara, vou começar sendo bem sincero: muito do que você está me pedindo só daria pra te ensinar/passar/instruir em um curso ou num longo papo, e eu infelizmente não posso fazer isso via e-mail. Eu já conversei com muuuitas pessoas pela internet (e ao vivo também) e sempre fico com a impressão de que não consegui passar tudo oque é preciso, tudo que apessoa quer... E isso é porque não tem como, mesmo, hehe. Não por email, chat, etc.

Tem muito conteúdo  importante que um artista precisa ter para ser um bom profissional. Não é só técnica de desenho, tem todo um lance de gerenciar o próprio trabalho e projetos, negociar, saber lidar com clientes, saber o valor do seu trabalho... Você já tem uma graduação boa, tá fazendo mais um curso, e nosso lance é estar em constante evolução. A gente nunca está pronto, porque nunca deveria deixar de buscar novas soluções, aprender técnicas e estudar referências. Enquanto estiver vivo e curioso você vai evoluir como artista, designer, editor... 

De qualquer forma, veja só, eu me formei em Artes Visuais. Nada na minha graduação foi direcionado para HQ ou ilustração. (Nem minhas aulas na faculdade de educação e pedagogia foram realmente decisivas pra meu trabalho como professor.) Mas, no que diz respeito a ser artista, a graduação me forneceu uma experiência incrível e eu evoluí muito como artista, mas porque estava disposto a conhecer mais, a explorar mais. Antes da faculdade, fiz uns 4 anos de curso de desenho com dois professores. Um deles é um gênio, um artista múltiplo e que ensinou muuuuito, mas que não tinha conteúdo para HQ, não do jeito que eu buscava. O segundo era um veterano datado e que não entendia o mercado atual, mas que me ensinou bastante mesmo assim. Fiz outros vários cursos livres, workshops, palestras, etc. Estava sempre em busca de mais, queria conhecer mais, me inteirar melhor, estar no meio, no mercado, inserido. Participei e participo de coletivos, grupos de autores, listas de discussão. 

Mas além de tudo que eu estudei ao longo da vida, o que mais me fez evoluir como artista profissional foi produzir. Produzir muuuito. Outra coisa que ajudou foram as parcerias que fiz com outros autores que assim como eu estavam começando, e não ganhei nisso só experiência e contatos, mas tbm fiz grandes amigos. Não importa se oque vc fizer vai dar grana ou prêmios ou fama. Isso não importa. O que importa é vc investir no que ama.

Mas tem a parte financeira que é um dilema. Bom, eu ganho a vida e pago minhas contas, ainda que sem imensos luxos, com arte. Já fui professor de ensino médio e fundamental, de Artes, em colégios. Hoje dou aulas de desenho, HQ, ilustração, cartum, etc, na Pandora Escola de Artes, em Campinas, onde moro. Dar aula de desenho (ou outras coisas que vc domina) é mto bom pq te faz sempre revisitar as raízes e os fundamentos, e claro, colaborar com o crescimento de novos artistas. Mas, pra dar aulas, vc não precisa de graduação necessariamente, depende do lugar. O que importa mais é ser um bom desenhista, um bom professor e um cara bacana, hehe

Além de dar aulas, eu faço freelas de ilustração e HQ para diversos clientes, grandes e pequenos, através de agências, produtoras, editoras, etc. Tudo que veio de trabalho nesse sentido foi por indicação de outros artistas e profissionais, por ter protfolios online em diversas plataformas e por ter corrido atrás de conexões e networking.

Quadrinhos é o que eu mais amo mas é o que menos dá dinheiro. Eu faço e sempre fiz por amor e como investimento na minha carreira, no meu trabalho, no mercado nacional, etc. Eu vendo os livros, produzo material independente, estou nos eventos, mas não posso nunca contar só com o que vem do meu trabalho em HQs pra sobreviver.

Meu conselho seria vc buscar  empregos fixos e que te paguem de forma justa nas áreas que vc domina e gosta. E gradualmente ir fazendo seu nome, criando um bom portfolio, fazendo contatos, evoluindo. Se vc tiver como pagar suas contas e ainda assim se dedicar a arte, seja em projetos pessoais ou freelas, isso é maravilhoso. Tira um peso grande das costas, hehe. E vc produz com mais tesão.

Seu trabalho é legal, vi seu portfolio. Gostei mais, na verdade, do que vc faz em diagramação,desigm, tipografia. Os desenhos e pinturas digitais são legais mas ainda precisam de muito estudo em anatomia, perspectiva, luz e sombra, estilização... Ou seja, vc precisa estudar mto mto mto desenho. São os fundamentos, aquelas coisas meio chatas e repetitivas, mas que vão solidificar seu estilo e te encher de repertório, técnicas e soluções pra que seu trabalho fique cada vez melhor e mais seu. Tem potencial, sempre, mas precisa evoluir mais e mais pra que o mercado te veja como o profissional que vc almeja ser.

Bom, empolguei e escrevi muito mas espero ter ajudado. Não é fácil, cara, ser atista e viver disso. Mas tbm não é impossível. Depende muito das escolhas que vc faz e de como vc entende o mercado, e do que espera dele. Mas lembre que não é sobre ser famoso, rico e fodão. É sobre fazer o que ama, conseguir pagar as contas de forma honesta e ser eternamente curioso e focado em melhorar. 

Abração e boa sorte!

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Lançamento - Cris, 30 anos

Oi, pessoal! Está chegando o lançamento de mais um trabalho: o livro "Cris, 30 anos"!

Esse livro é muito especial. Envolve a celebração dos 15 anos da ASPE Brasil e dos 15 anos da criação da personagem Cris. E, 2004 comecei a trabalhar com a ASPE, a convite de uma veterana da faculdade, na elaboração de uma HQ institucional sobre uma garota de 15 anos (a Cris!) que descobria ter epilepsia, e como ela lidou com isso em sua adolescência. Foi uma experiência muito importante! Depois de algumas páginas produzidas, eu acabei tomando a responsabilidade de desenhar quase tudo, além de participar das reuniões de pauta.

Confira aqui um texto sobre o meu começo de carreira como quadrinista e meu envolvimento com a ASPE: Relembrando o começo.

Desde então, continuo colaborando com a ASPE em diversos projetos, especialmente com o dr. Li Li Min, grande neurocientista da Unicamp, em suas empreitadas com o ABCérebro (um canal no YouTube e no Facebook - elaborei os logos) e o BRAINN (Instituto Brasileiro de Pesquisas em Neurociência e Neurotecnologia, um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão da FAPESP, com sede na Unicamp.). Um desses projetos foi o livro "Neuro-O-Quê!?", que lançamos em 2016 e que teve uma segunda edição, ampliada, em 2017 (veja aqui!).

Em um dos encontros para lançar o "Neuro-O-Quê!?", conversei com o dr. Li se não seria interessante revisitar a Cris, depois de 15 anos, e ver como ela estaria aos 30. Ele adorou a ideia, que foi germinando e virou esse livro maravilhoso que vamos lançar no dia 14 de setembro, durante a Semana Nacional e Latino-Americana de Conscientização da Epilepsia.

10 autoras escreveram contos onde mostram uma das possibilidades para a Cris, aos 30 anos. São contos individuais, mas que criam uma teia de alternativas para uma mulher, adulta e com epilepsia. Ficou emocionante, e não poderia estar mais satisfeito com o resultado final. Trabalhei com o João Gabriel nas cores e com a Maria Paula no projeto gráfico.

Veja a capa do livro:




Informações sobre o lançamento:
Dia 14 de setembro, às 16h
Local: Salão Vermelho - Prefeitura de Campinas - SP
Presença do organizador, editora, autoras e a equipe artística completa: Eu (ilustração), João Gabriel (cores) e Maria Paula (design e projeto gráfico).
O livro será vendido por um preço especial de lançamento!

Confira aqui a programação do evento:
  • II Fórum Epilepsia na Escola
  • I Fórum Trabalho e Epilepsia



Confira abaixo um vídeo com o pessoal recebendo o livro:


E mais alguns links importantes:
Vídeo com convite pros eventos da ASPE em setembro

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Eventos - Agenda setembro 2017

Oi, pessoal! Começou o mês de setembro (mas já!?!). Segue aqui a minha agenda de eventos e informações:


6 de setembro: Começa a publicação do capítulo final de Terapia! Sim, é verdade. Nós já sabíamos disso, e estamos planejando esse final há um bom tempo, para que seja especial e para emocionar a todos os nossos amigos eleitores. Serão páginas quinzenais, começando às 10h do dia 6. Fiquem ligados no site: www.petisco.org/terapia e aproveitem um teaser só pros amigos ;)


14 de setembro: Lançamento e sessão seu autógrafos do livros didático//paradidático "Cris, 30 anos", com os escritores e a equipe artística completa: Eu (ilustração), João Gabriel (cores) e Maria Paula (design e projeto gráfico).
Falei desse livro enquanto relembrava meu começo de carreira AQUI. Esse projeto é muito especial, pois retoma a história da Cris 15 anos depois e mostrando, em diversas visões, como é conviver com a epilepsia. Abaixo, o release do livro e também uma imagem teaser só pra vocês ;)

Vídeo com convite pros eventos da ASPE em setembro
II Fórum Epilepsia na escola e no trabalho
Página da ASPE no Facebook


17 de setembro: Cerimônia do 29º Troféu HQMIX, no SESC Pompeia em São Paulo.
Nesta edição fui indicado na categoria Melhor Colorista e Terapia na categoria Melhor WebQuadrinho. Não ganhamos dessa vez, mas deixo meus parabéns para todos os premiados!

O evento acontecerá no dia 17 de setembro, às 18h, na choperia do SESC Pompeia com entrada gratuita. Os ingressos serão distribuídos uma hora antes do início (17h), na bilheteria do SESC Pompeia até se esgotarem. Como em anos anteriores, Serginho Groisman, padrinho do Troféu HQMIX, será o apresentador com participação do DJ MZK e o Super Quarteto Barutti.
Entrega do 29º TROFÉU HQMIX
Horário: 18 horas
Local: SESC POMPEIA (Comedoria)
Endereço: Rua Clélia, 93 – São Paulo-SP (Veja como chegar).
Data: 17 de setembro de 2017
Entrada franca com distribuição de convites a partir das 17h na bilheteria do SESC Pompeia.

24 de setembro: Comics in Mor
Evento de Quadrinhos e cultura pop em Monte Mor, interior de São Paulo. Darei uma palestra e estarei por lá no Artist Alley também.
Confira a programação no evento do Facebook e também na página do Comics in Mor.

Release e inscrições: COMICS IN MOR - 2017 – Monte Mor/SP
***INSCRIÇÕES ABERTAS***
Dia 24 de setembro de 2017 acontece a 1ª edição do Evento COMICS IN MOR, das 10h30 às 18h, na escola Municipal Coronel Domingues Ferreira.
O Evento será um encontro de arte impressa e publicações independentes com foco na produção que circula fora do meio editorial tradicional, com conceito artesanal, baixa tiragem, e alto valor artístico e inclui: livros de artista, ilustrações, xilogravuras, pôsteres, fotografias, zines, revistas e uma infinidade de produtos impressos.
A feira é gratuita para público e expositores.
Se você tem interesse em participar desta edição, preencha o formulário abaixo.
As inscrições são gratuitas e passam por uma curadoria que selecionará os expositores. Não haverá taxa para os que forem selecionados.
As inscrições irão até às 23h59 do dia 18 de setembro de 2017 e o resultado será divulgado até dia 20 de setembro de 2017 pelo Facebook na página Monte Mor Cultura.
Os selecionados e inscritos receberão um e-mail com o manual do participante.
O Evento trará uma experiência cultural que proporcionará o conhecimento de técnicas variadas de produção impressa e outras linguagens artísticas e tem como objetivo:
> apresentar os mais variados formatos de produção independente trazendo diversidade, em termos de formato, linguagem artística e design;
> apresentar trabalhos autorais que são feitos de forma independente, com edição limitada e a preços acessíveis;
> fomentar a produção independente e dar visibilidade a artistas e editoras que estão fora do circuito convencional;
> promover uma experiência cultural enriquecedora através do contato entre público e artista/expositor;
> promover palestras e workshops gratuitos para ampliar a discussão sobre produção independente e arte impressa.
O evento é uma realização do Estúdio Armon e Diretoria de Cultura de Monte Mor.