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sábado, 12 de fevereiro de 2022

Sobre minha saída da Pandora Escola de Arte

Texto originalmente publicado na Newsletter Quebra-Cabeça (assine!) 

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Nada dura para sempre, a não ser que o seu "pra sempre" seja maleável como a percepção do tempo desassociada de ponteiros e marcadores digitais. Diria o poeta "que seja eterno enquanto dure" e isso é lindo, e quando é real, significa que independente de finais, o durante foi construído com dedicação e carinho. Também tem o clássico "o que importa é a jornada, não o destino", e também gosto dessa, mesmo se pensar que o fim sempre é o fim. Por fim, o fim também tem essa característica de morte, todo término é uma pequena (ou grande) morte de uma coisa que, espera-se, tenha sido especial. Esse conceito da psicologia também foi usado na HQ Terapia, veja só, e faz muito sentido. O fim nunca é o fim, até ser o fim definitivo, e esse teria que ser o fim de tudo, tudo mesmo, do ar que respira, da luz do olhar, da continuidade da existência física, e mesmo esse ponto final não pode existir, porque algo continua existindo: memória, legado, obras, influências. Vai até que se chegue num ponto onde não se remete mais ao que ficou de alguém, mas olha, até isso é inverdade: se fica algum tipo de presença, eventualmente ela se mescla a outras coisas e continua em frente.


É, eu sei que esse parágrafo todo tem uma interpretação possível um pouco sombria, fala-se de fim, de término, de morte, mas nada disso aconteceu de forma tão intensa ou definitiva. O que não quer dizer que não houve um fim, mas foi desses que não terminam em corte brusco perpétuo (como disse, isso é até meio impossível). É só mudança. E mudança, geralmente, é bom (eu não gosto de mudanças grandes ou bruscas, mas no final a gente acaba entendendo e fluindo com isso).

Bom, todo esse preâmbulo para falar sobre minha saída da Pandora Escola de Arte. 



Eu sou dramático, gosto de escrever coisas poéticas, melancólicas e que possam instigar qualquer reflexão, qualquer uma que seja, e aí a mensagem pode acabar com esse caráter mais tenso e denso, mais do que precisava, hehe. Mas não resisti. Quando comecei a pensar sobre o assunto, me vieram à mente essas formas de pensar em fins e saiu o texto. Agora que acabou o drama (será que algum dia ele acaba?), vamos falar das coisas.

Hoje, primeiro de fevereiro de 2022, é o primeiro dia em que eu oficialmente não sou mais professor da Pandora Escola de Artes. A Pandora, que fica em Campinas, onde eu moro há metade da minha vida, é uma escola muito bacana que tem uma longa história de formação de artistas na região. Fundada pelo Ricardo e pelo Amilcar, oferece cursos em diversas áreas das artes e artes aplicadas e participa da vida cultural da cidade e região ativamente. 

Conheci a Pandora antes de ser escola, quando ainda era "só" uma comic shop, cheia de HQs diferentes, camisetas e colecionáveis, quando ouvi na rádio, no ônibus indo pra escola em 1998, que ia inaugurar. Entendi errado o endereço e foi uma dificuldade encontrar o lugar certo, mas finalmente conheci a loja em algum momento depois de uma aula de desenho em Campinas.

Uns anos depois, vim morar em Campinas e passei a frequentar semanalmente a Pandora pra comprar meus quadrinhos. Já era uma escola, também. Meu primeiro trabalho de verdade com quadrinhos tinha como parceiro um dos professores da escola na época, o Bruno Bull. Eu ia lá levar páginas para ele continuar o projeto. Depois, já mais inserido no mercado de ilustração, conheci o Ricardo pela lista de email de ilustradores da época, a Ilustrasite, e a partir da ideia de criar eventos regionais para ilustradores, eu, ele e a Aline Bottcher organizamos o Sandubão Ilustrado, que rolou em 2006 ou 2007. Contatos feitos, não demorou para que eu fosse convidado pelo Ricks a dar aulas na Pandora.

Pra mim, foi uma honra. E já fazia meus quadrinhos há anos, tinha começado a publicar em antologias (Front) e a conhecer o mundo da HQ independente e autoral. Estudava quadrinhos como a arte incrível que são e encarava o olho torto acadêmico sobre essa linguagem na faculdade. Ser convidado pra dar aulas na Pandora era um tipo de validação, afinal era a escola mais importante desse tipo na cidade. Claro que topei. Comecei a dar aulas de Desenho Artístico, Ilustração e, claro, Quadrinhos em 2007. 

Nesse tempo, evoluí absurdamente como professor, artista e autor. Não tem como não evoluir se você está realmente dedicado ao que faz, buscando melhorar em todos os aspectos. Pra mim, dar aula é uma coisa muito especial e desenvolvi, ao longo desses anos, uma relação muito bacana com meus alunos. Não é só ensinar fundamentos de desenho, técnicas, truques. A minha própria vivência como autor e ilustrador atuante torna essa experiência maior, porque sempre levei pra aula essa vivência. Dos eventos, das publicações e todo o processo criativo delas, as exposições, tudo sempre fez parte da experiência expandida da aula. Meu estilo de aula mistura o que tem que ser visto do programa do curso com reflexões diversas sobre tudo.

Os conteúdos se misturam a visão de mundo, analogias e metáforas, filosofadas e piadinhas. E isso, eu sei, era importante e valioso para muitos alunos, porque a gente pode trabalhar não só habilidades técnicas e artísticas, mas também o interior do artista, com acolhimento, respeito e seriedade. Eu não tenho formação em psicologia, claro, mas acabei me tornando o "professor terapeuta filósofo" da escola, e com isso vários alunos eram direcionados para minhas aulas. A experiência foi muito especial para mim. Saber que eu pude ser relevante não só para ajudar as pessoas a serem melhores artistas e profissionais, mas também a se entenderem, respeitar o próprio lance, compreender melhor o mundo maior que a arte propicia. Não tem preço.

E nesses 14 anos, ajudei a formar uma série de artistas. Eu nem consigo contar, tenho medo de esquecer de alguém, mas vale dizer que tem muita gente boa produzindo quadrinhos, ilustração animação, tatuagem, design, que foram meus alunos. Na última CCXP presencial (2019), contei uns 8 autor@s no Artista Alley que tinham sido meus alunos. Que orgulho, bicho. Fora os alunos que visitaram o evento dedicando um tempo enorme aos autores e seus trabalhos (pra mim é assim: gosta de quadrinhos, estuda quadrinhos, tem que conhecer quadrinho brasileiro!). 

Aí, veio a pandemia e mexeu em muita coisa. A Pandora teve que fechar as portas por um tempo, e esse tempo foi muito mais longo do que todo mundo esperava (muito obrigado, governo, seus lixos). As aulas passaram a ser online. Começamos esses atendimentos pelo Slack, mas era só texto e imagem, não tinha vídeo nem voz. Chegou um momento em que decidi dar as aulas pelo Meet, pra poder ver e ouvir meus alunos e também compartilhar a tela e dar aula numa lousa em tmepo real. Foi ótimo, apesar de não ser a mesma coisa que a aula na sala de aula, mas me ofereceu uumas possibilidades maravilhosas em termos de didática, porque eu podia usar os softwares e suas camadas e efeitos. Tirar o melhor proveito possível do que temos à mão. Sai a lousa de vidro com marcadores e eventuais impressões em laser de referência, entra o photoshop, o clip studio, os links, camadas e sobreposições, etc. Investi no meu set up (que não era só pra escola, claro, era pra todo meu trabalho): cadeira, microfone, webcam, SSD, ring light, tablet nova. Tudo pra subir o nível do que eu poderia oferecer nas aulas, no canal e no meu trabalho offline.

A gente aguentou o tranco. Aí, no meio de 2020, com todas as dificuldades já regentes, vem a bomba: a Pandora precisou entregar a casa onde era sediada, a casa antiga de vó, super gostosa, que ficava a 2 quadras da minha casa, porque o lugar foi vendido pra uma construtora. Que caos. Eu não participei do movimento de desmontar tudo. Outro dia passei lá na frente e já não tem mais casa, só detrito. Foi triste. Ficamos naquela casa desde 2009. Mas, como todo fim pode levar a algo novo e muito bom, a Pandora encontrou nova sede numa casa super moderna e bem localizada. Só era muito longe da minha casa. 

Quando as aulas presenciais voltaram, no começo de 2021, eu decidi não voltar ao presencial. Foi uma decisão minha por causa da falta de vacina e a insegurança que a pandemia coloca na gente. Vai saber até quando a tranquilidade dura. E durou pouco, a escola fechou de novo, levou meses pra reabrir, e eu não voltei de novo. Nesse tempo todo, estava esperando estar imunizado com a segunda dose da vacina, antes disso não voltaria. Quando tomei a segunda dose era quase novembro. E novembro logo vira dezembro, o ano acaba e as aulas param no recesso, então decidi não voltar até 2021. Tudo de acordo com a escola e os alunos, muitos preferiam ficar online mesmo. Mas era cada vez menos alunos nas aulas.

No final de 2021, depois de muito, mas muito pensar no assunto, chegou ao fim minha parceria com a Pandora. Tomar essas decisões não é fácil pra mim. Eu tenho a tendência de continuar como está, torcendo e colaborando pra que as coisas melhorem, mas nem sempre as coisas mudam. Eu já aprendi há tempos com relacionamentos e emprego que pras coisas mudarem, é preciso agir, e a ação tem que vir dos dois lados. Nem sempre dá pra fazer, porque as coisas são como elas são. Talvez em algum momento isso signifique que é melhor não continuar juntos, e acho que foi isso que aconteceu. Durante a pandemia eu pude me recolher em mim, pensar muito mais no que eu quero e como eu quero fazer as coisas. Novas possibilidades apareceram (mentorias, aulas particulares, freelas e projetos de HQ). Refleti muito sobre todas as minhas relações durante esse tempo, e só consegui fazer isso porque estive isolado em casa por muitos meses. E me fez bem. Uma dessas reflexões foi justamente se eu queria mesmo continuar como professor da Pandora. 

E eu percebi que, como as coisas eram antes da pandemia, não estava 100% do meu agrado, e percebi que não era só eu, de forma egoísta, mas uma percepção honesta do que poderia acontecer, mudar, evoluir. Mas estávamos conversando, haviam planos e ideias o tempo todo. A pandemia colocou tudo em stand by. E aí depois de tanta mudança, a reflexão passou a ser, já que o que existia não existiria mais (mudou a casa, mudou a equipe, mudou o local, mudei eu), será que eu quero continuar como professor da Pandora nesse novo modelo?

A conclusão foi até mais fácil do que eu previa, tentando ficar isento de emoções (a amizade, a lealdade e o respeito por todos sempre ficou presente nas minhas reflexões sobre isso, falo mais das emoções minhas, síndrome do impostor, medo de fracasso, de ser interpretado mal). Minhas conclusões foram as seguintes:

A Pandora, que antes ficava do lado de casa, agora está mais longe. Pra chegar lá e dar as aulas, preciso ir de carro. Só que o carro é usado pela Monica pra ela ir dar aula, num lugar mais longe ainda e num horário fixo todo dia da semana. Pra eu ficar com o caro, teria que levá-la até sua escola e voltar e depois ir buscar, o que interfere no horário das minhas aulas. Exige que organizemos o cronograma de almoço e tal. Se eu for de ônibus, leva muito tempo e fico à mercê dos horários. Se for de Uber, sai caro e eu teria que arcar com esse custo. A pé, não rola. Então esse problema logístico já atrapalhava tudo. Tudo bem, eu dou aula um dia da semana, mas se eu quisesse abrir mais turmas? Ou, como eu queria, mudar os horários e dias das aulas?

Com a pandemia, a escola perdeu muitos alunos. A procura por curso online é baixíssima na escola, o que significa que se eu tive poucos novos alunos. Com a saída de alguns deles, minhas turmas ficaram pequenas. Menos alunos significa também menos dindim, e o tempo dedicado às aulas vale muito a pena se tenho salas cheias, mas nem tanto se tenho um ou dois alunos (vira praticamente uma mentoria ou aula particular, sendo pago como aula normal). 

E eu mesmo fui ficando desanimado do formato virtual, de estar sempre na mesma sala com o mesmo PC, mas respeitando minhas decisões sobre a pandemia, era isso ou voltar ao mundo exterior, e eu não queria voltar a não ser que estivesse seguro. Eu já vinha há anos sentindo que não gostava mais tanto de dar as aulas mais básicas, do começo do curso, e essas são as aulas que a gente mais dá, porque sempre tem mais alunos no começo do que no final do curso. Eu queria dar aulas avançadas, de projetos de quadrinhos, narrativa, roteiro e criação de personagens, ilustração avançada... E era mais raro ter essas aulas. Com a abertura das minhas mentorias fora da Pandora, comecei a desenvolver projetos super bacanas e ver minhas vivências e experiências serem mais úteis em aulas mais focadas com alunos mais avançados.

Também percebi que, de todos os alunos que tinha no segundo semestre, pelo menos metade deles poderiam concluir o curso e seus projetos até dezembro, o que faria o começo de janeiro ser mais "vazio". Coloque isso no ciclo de deslocamento até lá, menos alunos, menos dindim e não ver uma perspectiva de melhora nessas questões, pelo menos a médio prazo (afinal, ainda estamos na pandemia e a procura por cursos não aumentou o suficiente, os cursos novos e mudanças de programas dos cursos existentes não vão sair tão cedo)... Me pareceu que era um fim mesmo, ou pelo menos, o momento propício para tanto.

Em cima de tudo isso, também pensei muito sobre como meu trabalho floresceu durante a pandemia (quem diria, eu achei que podia ir à falência) com projetos bem legais de ilustração, mentorias, vídeos para o canal, commissions, o projeto de Pieces - Parte de Mim, o projeto de Terapia vol.2, as HQs que produzi sendo pago, os contatos se desenvolvendo com a cena independente internacional... E pensei que, poxa, eu dediquei minha vida toda a ser um profissional e viver do que eu amo. E eu sempre fiz isso, mas também sempre sendo professor. Sempre lidei com tudo ao mesmo tempo, e sempre deu certo, mas se tinha um momento que eu poderia me dar a chance de tentar dar o próximo salto em minha carreira, esse momento estava chegando e continuar na Pandora, do jeito que as coisas estavam ou estariam, não estaria nos planos. E eu devia isso a mim mesmo, essa chance de saltar e investir em mim.

Conversei muito com a Mo, muito na terapia, refleti muito mesmo, e decidi que, se tinha um momento certo para concluir minha jornada com a Pandora, era na transição de 20 pra 21. Concluir o ano amarrando as pontas com os alunos que estavam concluindo, de forma online ainda, e assim fizemos, durante janeiro. Os alunos que estavam ainda no meio do curso foram transferidos para ouros professores, a galera nova, jovem e cheia de energia, como eu era em 2007 (alguns até foram meus alunos!), que vai com certeza fazer um ótimo trabalho. 

A Pandora como eu vivenciei não existe mais. A nova Pandora é promissora e desejo tudo de melhor para todos eles, mas eu não me encaixo muito bem. Saí amigavelmente, conversei muito com o pessoal lá, Erika, Flavinha, Amilcar e Ricardo e eles entenderam. Claro que todo fim é um novo começo, mas fim é ruim, né? Impõe mudança, recalibrar as coisas, lidar com a ausência de algo que sempre esteve lá. Meu respeito e gratidão são imensos e eternos, afinal, eles me deram a oportunidade de ser professor, ensinar as coisas que mais amo e crescer com isso. A confiança que sempre tiveram em mim, na minha didática, estilo, propostas e empenho é muito importante, validação que ajuda a solidificar as estruturas internas. 

Saí da Pandora como professor dos cursos regulares, mas continuo parceiro da escola para desenvolver possibilidades pro futuro. Cursos avançados, pontuais podem vir. Aulas de Ilustração Avançada podem se retomadas e eu adoraria dar algumas aulas desse curso. E obviamente, continuo amigo de todo mundo e quero estar presente nos eventos, nas confraternizações e exposições. Assim como já rolou com outros colegas que também saíram da escola em momentos que julgaram ser corretos e hoje estão surfando suas próprias ondas e voltam de vez em quando pra confraternizar. 

É um momento muito especial pra mim, de evolução pessoal, de concentrar minha energia mais em mim mesmo e no que eu quero pra minha carreira. É um movimento importante de voar sozinho, mesmo que eu já soubesse voar e tivesse voado bem longe. É crescer, sair de casa, encarar o mundo. E vai ar certo. 2022 é promissor. Estou cheio de ideias, energia e medo. Não sei bem oque vai acontecer, e isso me incomoda um tanto, mas se eu não tentar, nada acontece. E pra tentar, eu preciso de mais foco em mim.

E é isso.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Dia Mundial do Desenhista


O Dia Mundial do Desenhista foi criado em homenagem ao aniversário de um dos mais importantes desenhistas de todos os tempos: Leonardo da Vinci, que nasceu dia 15 de abril de 1452, na cidade de Vinci, na Itália. A data foi instituída pela primeira vez como comemorativa em 2011, através de uma iniciativa da Associação Internacional de Artes (IAA), considerada a maior organização não-governamental de artes visuais, criada em 1954 pela Unesco - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

Desenho vem da palavra Disegno (que também originou Design), que vem de DESÍGNIO. A etimologia da palavra é o Latim DESIGNARE, “marcar, apontar, traçar”, formado por DE-, “fora”, mais SIGNARE, “marcar, apontar”, de SIGNUM, “sinal, marca”. Desenhar, então, tem sua raiz atrelada ao ato de criar informação visual para comunicar.

E o Desenho é o meu (e espero, o seu) desígnio (será que essa palavra também tem sua raiz atrelada ao desenho?). Não me vejo fazendo outra coisa, não sem ter o desenhar como fator determinante.

Desenhar é uma atividade apaixonante. Eu já falo disso há anos, claro, e todo meu trabalho com quadrinhos, ilustração, aulas e palestras (além do Youtube!) deriva desse amor imenso que tenho pelo desenho. Pra mim, é maior que apenas criar imagens. É tão grande que nem sei como descrever, e sou muito grato e feliz a todas as etapas do meu caminho nesse mundo que me levaram, e ainda levam, a criar coisas especiais a partir de "apenas linhas, pontos, manchas".  Com isso nós comunicamos, expressamos, simplificamos, confundimos, emocionamos, criticamos, narramos, criamos signos, símbolos, ícones, mentiras e verdades, contamos histórias e deixamos, de alguma forma, uma marca no mundo.

Nesse 15 de abril, dei aulas o dia inteiro! Ilustração, quadrinhos, cartum, criação de personagem, projeto pessoal de HQ... Foi um dia cheio, como todas as quintas-feiras, e deixo aqui um abraço aos meus alunos da Pandora Escola de Artes e das mentorias particulares, agradecendo à confiança e parceria!

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Como ensinar Quadrinhos (e muito mais!)

 Oi, pessoal! 

Essa semana começa com um bate-papo muito bacana comigo e o Rapha Pinheiro sobre nossa experiência de ensinar desenho, ilustração, quadrinhos... 

Assista aí e deixe seus comentários! 

Não deixe de seguir o canal do Rapha, e o meu também, e curtir e divulgar os vídeos. 


quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Acolhida de Aula - Semana de 23 de julho de 2020

Boa tarde, pessoal! Como vocês estão? Espero que tudo em ordem por dentro,  por fora e por aí. 

Essa semana quero começar falando sobre a importância de entender o tempo. Não o tempo curto, que está entre hoje e amanhã, ou entre uma aula e outra. Mas o tempo longo, dos anos, décadas (sei que pra maioria de vocês, falar em décadas parece super exagerado, mas um dia elasse acumulam). O tempo é absolutamente necessário para nossa evolução, em todos os sentidos. As coisas na vida levam tempo.  E, apesar de podermos em certos casos acelerar esse tempo com truques, hacks ou atalhos, nem tudo se acelera. Uma planta germina e cresce no tempo que tem que levar. Um filhote se torna adulto em seu tempo, também. Um artista se forma ao longo da vida, de acordo com seu tempo e o tempo do mundo.

Estive imerso essa semana, mais uma vez, no projeto de republicar minhas primeiras HQs, lá do meu começo de carreira. Entre 2019 e 2020, comemoro 15 anos da criação do meu projeto de HQs, chamadas Pieces, e 10 anos da publicação das revistas independentes que traziam algumas dessas histórias. Esse lance de voltar a pensar nas coisas antigas, rever todo meu desenvolvimento ao longo dos anos, como artista e tbm como ser humano, mostra o quanto o tempo é crucial. Não adiantava eu querer ser melhor do que eu era na época, porque só o tempo me faria ser melhor. Muitas vezes, a gente fica incomodado com os resultados, querendo estar no nível 100 e tendo resultado de nível 10. É assim mesmo. Temos que entender que nem tudo é rápido, especialmente se não damos foco integral. Quem desenha s[o um pouco, só às vezes e não está imerso no assunto por bastante tempo, não evolui tão rápido.  E sabemos, também, que não dá pra ficar a vida inteira só pensando em desenho e desenhando. Tem mais vida acontecendo, muita coisa que demanda nossa atenção.

O foco é um fator importante nessa alquimia que faz o tempo gerar evolução. Se você quer fazer 20 coias, vai dividir seu foco e energia em 20 coisas. Se fizer só uma, tudo vai praquela uma coisa. Nem tanto lá, nem tanto cá: equilíbrio. Se você pode dedicar muito tempo a algo que ama, é natural que vc tenha uma experiência intensa e ganhe resultados bacanas em menos tempo. É um privilégio, uma honra! Use-os com carinho e gratidão. Sem foco de verdade, só o tempo não dá conta. Aí, tempo é só tempo.

Mas uma coisa que precisa estar associada ao tempo e ao foco, para que tal evolução aconteça, é o movimento. Movimento no sentido de fazer alguma coisa, qualquer coisa que seja um deslocamento físico ou mental em direção ao que você ama e quer fazer e desenvolver. Tempo nos ajuda a evoluir? sim. Foco nos ajuda a evoluir? Sim. Mas só isso não dá conta. Algo  precisa ser feito, e produzir é a resposta. Não precisa, claro, ser tudo sempre obra-prima ou estudo. Mas se você quer desenhar, ser artista, evoluir em tudo que se liga a essa experiência, precisa estar em constante movimento. Só com resultados podemos processar as informações, as experiências, os erros e acertos. Não tem como aprender e melhorar sem fazer as coisas.

Entendam essa relação como algo inevitável. Ninguém que é excelente no que faz chegou lá em pouco tempo sem foco e produção. Tem que ter combustível, paixão mesmo, pra continuar em frente apesar dos resultados insatisfatórios que podem aparecer no caminho. É assim mesmo. Tem gente no mundo que é prodígio, que parece ser excelente desde cedo? Uai, tem. O que nos diferencia delas? Se pudermos entender esses contextos e relações, as coisas ficam um pouco mais claras, e a frustração e tvz até culpa que sentimos por não sermos tão bons quanto queremos possam diminuir - ou até sumir. Pense em exemplos como o Slash, guitarrista incrível dos Guns n Roses. Ele é bom? Muito. E diz a lenda que ele ficava 12 horas por dia estudando e tocando guitarra quando era jovem. Mas acusto do quê? Vida social, experiências reais, estudo na escola...? E você, estaria disposto a abrir mão de tanta coisa pra mergulhar de verdade em algo?

Temos que abrir mão de algumas coisas para poder ocupar nossa vida com essas coisas que amamos (aqui eu falo basicamente de desenho, mas pode ser qualquer outra coisa, esporte, gastronomia, dança,música, poesia, etc). Prodígios como Mozart,que compunha e tocava em público com 5 anos de idade? Sim, existem. Mas qual a condição? Não é justo se comparar com situações absolutamente diferentes: época, recursos, incentivos, exemplos, método, disciplina, etc...
Bom, não quero dizer com isso que vocês precisam largar de tudo e só desenhar. Eu sei que a vida é complexa e muita coisa não depende só da gente. Mas dá pra tentar refletir sobre as coisas, seja pra ver onde e como podemos agir mais ativamente pra nossa evolução como artistas, seja pra entender e estar em paz com as coisas como são, em vez de ficar mal porque tem X pessoas que são melhores que vc lá fora...
Cada coisa no seu tempo.Mas com ação ativa para ir em frente. Sem inércia.Vim pensando muito nisso porque o livro meio que me convida a fazê-lo, não tem como fugir: são anos e anos, páginas e páginas, sentimentos demais. Esse livro vai ter HQs antigas,que quase ninguém viu (e são ruins, pros meus padrões atuais, mas eram boas pra época, hehe), coisas do meio do caminho e coisas novas. O que isso evidencia é que os mais de 15 anos pensando, fazendo, estudando, ensinando, consumindo e amando quadrinhos  me levaram ao artista que sou hoje. E toda a vida "real" em torno disso colaborou. É bom saber, a vida importa muito pra um artista, faz parte do caminho. Tudo é uma coisa só, uma simbiose muito doida. Demora pra completar o quebra-abeça, porque as peças não vêm todas prontas e disponíveis. Algumas peças aparecem só depois de muito tempo, e talvez você nem consiga encaixá-la ainda. Algumas peças se perdem no caminho, pra serem encontradas tempos depois, meio baqueadas, ama que ainda servem pra completar quem nós somos.

Esse livro novo deve entrar em financiamento coletivo no Catarse em breve. Eu aviso vocês! Vai ser muito massa e é muito importante pra mim como autor porque completa um ciclo muito especial no meu trabalho.

(Além dessa jornada toda, eu também fiquei pensando em tempo porque meu monitor está praticamente morrendo aqui, e fui perceber que o tenho desde 2009. Estava organizando alguns action figures, tirei uns pra vender, e vi que tenho itens de mais de 20 anos. O liquidificador quebrou, era presente de casamento, de quase 5 anos. O bule da cafeteira também, estava comigo desde que me mudei pra esse apê, 10 anos atrás. O tempo passa para as coisas também. Renovar, por motivos diversos, faz bem. Revisitar, relembrar e re-sentir, mas não ressentir.

E vida que segue, porque o tempo passa rápido demais, já é quinta de novo e eu estou escrevendo faz 20 minutos para vocês.

Cadê os desenhos? :sorriso_olhos_sorrindo:

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Galerinha, concluímos mais um dia de aula! Agradeço pela presença e carinho! Espero que os próximos dias sejam gentis e o mundo menos doido.Dicas de hoje:
Abraço pra todos! Mantenham-se criativos e apaixonados! :coração: (editado) 

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Semana do Museu com a Pandora

A Pandora Escola de Arte está com uma programação virtual muito bacana durante a quarentena, e essa semana tem uma novidade! Comemorando o Dia do Museu, e estendendo pra uma semana inteira, os professores e alunos foram convidados a fazer releituras de obras de arte de diversas origens. Eu participei com uma releitura mais modernosa de "Dia de Verão", da pintora impressionista Georgina de Albuquerque. Vocês podem conhecer mais sobre ela e a obra em questão AQUI.
 
E a seguir, a arte original e a minha releitura:


Foi muito bacana fazer essa arte! E ainda mais, adaptá-la a algo muito mais atual. Essa arte original está à venda e pode até virar print! Se interessou? Entre em contato!

Siga a Pandora Escola de Arte no Instagram!

Segue o release:

"Durante essa semana estamos comemorando o Dia Internacional do Museu (18/05) com á #pandoranasemanadomuseu, com um desafio artístico!

Já que estamos em tempos de isolamento social, vamos aproveitar pra visitar virtualmente os museus do mundo todo? O Google Arts & Culture oferece visitas com a tecnologia do Street View, em que é possível visualizar as mais de 32.000 obras em alta resolução. Demais, né?
Explorem à vontade!

Museus pelo mundo 🌎
https://artsandculture.google.com/partner

Museus pelo Brasil 🇧🇷
https://artsandculture.google.com/entity/m015fr?hl=pt-br

Fizemos uma seleção especial com 20 obras de grandes artistas, as quais fazem parte do acervo de alguns dos museus mais relevantes do Brasil.
E pra saber mais informações sobre as obras e apreciá-las numa qualidade maior, acompanhe a relação de links para visitá-las no museu virtual, seguindo a numeração nas legendas."

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Evento - Caixa Aberta 2019

Está chegando a 7ª edição do evento mais bacana da Pandora Escola de Arte! O Caixa Aberta acontece nos dias 25 e 26 de maio, com muitas atrações. Veja mais informações:



O Caixa Aberta Pandora é um evento artístico cultural que engloba uma mostra de profissões relacionadas às Artes Visuais, exposições, oficinas, livepaintings, palestras, feira de arte, estandes de materiais artísticos a preços promocionais e sorteio de brindes.

O objetivo do evento é apresentar as diversas aplicações das artes visuais no mercado profissional, e para isso, contamos com a presença dos respectivos profissionais de cada área para contar sobre experiências e trajetórias, tirar as dúvidas do público, expor, divulgar e comercializar suas produções.

A programação está bem bacana. Vou participar do evento nos dois dias inteiros, mas além disso, no sábado farei uma avaliação de portfólios com o Leopoldo Anjo e darei uma palestra no domingo sobre Gerenciamento de projetos: controlando o caos criativo! Abaixo, tem toda a programação (que você pode ver com mais informações no site da Pandora):






Confira o evento no Facebook, confirme sua presença e compartilhe com os amigos!

Veja como foi o evento de 2018, pra já ir se preparando!

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Reflexões - Sobre aprender

Bom dia, meus queridos! Compartilho aqui no Blog'n'Roll uma mensagem que postei no grupo dos meus alunos no Facebook.

"É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer."

Começando a semana com uma frase do Aristóteles (sim, estamos super cultos citando filósofos gregos). Ouvi essa frase no podcast do Mario Sérgio Cortella da CBN. Recomendo, aliás, são programas diários com pensamentos interessantes.

Agora, sobre essa citação, é incrível como ela pode ampliar nossa reflexão sobre aprender e produzir arte. Mesmo dando aulas há mais de 14 anos, ainda estou aprendendo, a cada dia, conforme vou produzindo. Estamos vivendo uma época onde todos querem resultados rápidos, mil likes e fama.

Mas veja, arte não é uma corrida, arte é algo que leva uma vida pra se desenvolver. O que não pode te impedir de simplesmente produzir, correr atrás, fazer aulas, etc. Você aprende, pratica, evoluiu e com isso, aprende mais, para praticar mais... E assim a coisa continua andando.

Bora pensar nisso? Bora fazer, produzir, curtir a jornada? Não existem fórmulas definitivas ou resultados imediatos.

Boa semana pra todos vocês!

PS.: Falei das minhas aulas e, para quem não sabe, eu sou professor da Pandora Escola de Arte desde 2007. Meus cursos são HQ, Ilustração, Quadrinização, Ilustração de Mercado e Projeto Pessoal. Para ter mais informações dos cursos, é só acessar o site da escola (link aí acima). Tenho um grupo secreto no Feicebuque para todos meus alunos e ex-alunos poderem trocar ideias, referências, inspirações e postar seus trabalhos e estudos.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Palestra - ProAC: tire sua ideia do papel!

Oi, pessoal! Tudo bem?

Você já pensou se aquela sua ideia de HQ, livro ilustrado, ou até mesmo exposição tivesse uma verba de financiamento que proporcionasse uma produção de alto nível? Seria massa, né? Pois então, o Brasil é cheio de editais culturais e artísticos, sejam do governo ou de entidades privadas. O objetivo deles é fomentar a produção artística e cultural dos artistas brazucas, pois todos sabemos (e sabemos bem) que uma das coisas mais complicadas para conseguir viabilizar nossas ideias é grana. Sim, dinheiro é complicado. De onde tirar? E, tendo ele, como melhor empregá-lo?



Um dos editais mais bacanas é o ProAC, Programa de Ação Cultural, da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo. Eles vêm há mais de 10 anos incentivando a produção artística, especialmente voltada para os autores mais jovens e independentes, em várias áreas. Uma delas é a de Histórias em Quadrinhos. A mesma na qual fui contemplado em 2012 com Dom Casmurro e em 2016 com Monstruário. E digo sem medo que, sem esse edital, os livros iam sair de alguma forma mas levando muito mais tempo e com menos recursos pra bancar a empreitada.



Enfim, o que acontece é que o ProAC abre inscrições todo ano, por volta de junho ou julho (estão aberta agora, até dia 5 de julho), e muitos alunos e leitores, além de colegas autores, me perguntam sobre o edital pois têm muitas dúvidas e inseguranças. Por isso, eu e a Pandora vamos fazer um bate-papo sobre o edital, para tira todas as dúvidas. Vai ser na próxima segunda, dia 18, das 19h às 21h. A entrada é gratuita, mas eu recomendo entrar em contato pra reservar uma vaga (www.escolapandora.com.br).




Na palestra vamos analisar pontos importantes do edital, destrinchar o regulamento e vou mostrar um pouco do meu processo de produção do Monstruário, mais focado na parte de gerência do projeto e finanças do que na produção da HQ de fato.

Recomendamos ler o edital completo antes da palestra. E, mesmo que você não possa ver apalestra, segue o link para ler mesmo assim. A maioria das respostas pras suas dúvidas estará lá de qualquer forma.

PS: Pode ser que consigamos colocar a palestra no YouTube, aí divulgo aqui e nas minhas redes.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Evento - Caixa Aberta VI


Está chegando a sexta edição do Caixa Aberta, o maior evento de artes visuais de Campinas e região!

O evento é organizado e sediado pela Pandora Escola de Arte e traz todos os anos exposições, workshops, palestras, demonstrações de materiais e técnicas, live painting, feira de artes, artist alley, venda de materiais artísticos de marcas especialíssimas, música, food truck e mais!

A exposição desse ano tem como tema "O que tem dentro da sua caixa?", com trabalhos de alunos, professores e convidados explorando seu âmago para ilustrar o que, de mais quero do, está guardado em sua caixinha de Pandora.

Eu faei uma demonstração e workshop de desenho gestual com carvão, no domingo, às 13h30.

Várias marcas estarão presentes, como Copic, Derwent, Canson, Tilibra, Posca... Tem feira de artes com originais, gravuras, prints e quadrinhos... Tem Artist Alley, com vários autores de quadrinhos conversando com o público e vendendo seus trabalhos... Tem até food truck!

Confira a programação abaixo, confira o vídeo de divulgação e para saber mais ainda, clique AQUI para ver o site do evento!


Programação de sábado

Programação de domingo





Nos vemos lá!

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

MONSTRUÁRIO - Palestras e eventos

Em 30 de janeiro comemoramos o Dia do Quadrinho Nacional, uma homenagem às HQs brasileiras e nossa luta como autores para manter a chama acesa. Nesta época, também, teremos dois eventos onde o meu novo livro, Monstruário, terá destaque:


30 de janeiro - 19h - Pandora Escola de Artes
Eu, Lucas Oda, Maria Paula e Danilo Freitas vamos apresentar a jornada da criação e produção do livro! Desde a concepção original, passando pelo design e narrativa, cores e projeto gráfico.

A palestra é gratuita e não precisa de inscrição, mas aviso para chegar cedo se quiser um lugar bacana: a sala não é gigante e muita gente vai comparecer!

Ao final da palestra, teremos venda e sessão de autógrafo do livro.

Para mais informações: (19) 3234-4443
www.escolapandora,com.br

Confirme presença, divulgue, compartilhe o evento AQUI!



3 de fevereiro - A partir das 11h - Biblioteca Municipal de Campinas 
5º Dia do Quadrinho Nacional na Gibiteca

O evento, que começa Às 11h e continua o dia todo, tem exposições, debates e feira de quadrinhos com a presença de diversos autores de Campinas e região. É uma chance incrível de conhecer mais quem produz e quem lê HQs na nossa cidade.

Novamente, eu, Lucas Oda, Maria Paula e Danilo Freitas, mediados pelo grande Delfin (editor do Terra Zero e designer), vamos falar sobre a conceitualização de Monstruário na palestra "Qual é o seu monstro? A construção do medo em Monstruário".

A palestra está marcada para começar 17h, o evento tem entrada gratuita e não precisa de inscrição.

Durante o dia, estaremos na feira com nossos livros à venda!

Veja mais sobre o evento AQUI.

Acompanhe o evento e confirme presença, ajude a divulgar e saiba das novidades AQUI.



terça-feira, 8 de agosto de 2017

Eventos - Agenda Agosto 2017

Em Agosto participo de dois eventos em Campinas - SP.

O primeiro é nesta quarta, dia 9. Estarei na IV Expo Ensino, no estande da Pandora Escola de Artes, para conversar sobre nossos cursos e meus trabalhos, e também para desenhar ao vivo. Vai ser no Shopping Iguatemi.
Para mais informações, clique neste link. 

E no dia 20 vai rolar mais uma edição do MegaCAF, o Campinas Anime Fest. Dessa vez, além de ter minha mesa no Artist Alley, com meus livros e prints, vou moderar todos os painéis sobre quadrinhos, com a particpação de grandes nomes do nosso mercado como Sidney Gusman, Petra Leão, Carol Rossetti, Will Leite e muitos outros.



terça-feira, 16 de maio de 2017

Evento - Caixa Aberta - Pandora

O Caixa Aberta Pandora é um evento cultural que chega este ano à sua quinta edição, é realizado pela Pandora Escola de Arte, localizada na cidade de Campinas /SP. 

O evento engloba uma mostra de profissões relacionadas às Artes Visuais, feira de arte, livepaintings, exposições, workshops, oficinas e palestras de assuntos interessantes no mundo criativo, além de estandes de materiais artísticos com preços promocionais e sorteio de brindes. 

Confirme presença no evento e conheça mais sobre o que vamos oferecer!

Confira a programação de atividades no evento:




Veja o evento no site da Pandora.



Todo o evento é gratuito para o público.


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Evento - Master Class - Pandora

Pra começar a esquentar para o Caixa Aberta (que acontecerá no dia 21/5) preparamos uma semana de Master Classes! 
Eu farei uma Master Class sobre design de uniformes para personagens, com o título "Com que roupa eu vou? Repensando as rupas dos heróis". Vou focar nos uniformes dos super-heróis clássicos com um exercício de ampliação de repertório e redesign de um uniforme na hora. 
Além da minha aula, haverão outras incríveis e imperdíveis. Confia a programação completa:

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Eventos - Agenda Maio 2017

Oi, pessoal! Aqui está minha agenda para o mês de maio. Como sempre, depois da imagem vem mais informações sobre cada um dos eventos dos quais participo. Aproveite que é tudo gratuito!




- Lançamento "Neuro-o-Quê?!"
A segunda edição - revisada e ampliada - do livro organizado pelo Dr. Li Li Min está chegando!
No IV Encontro sobre as Neurociências na Educação. Preço promocional, revertido para o Projeto Epilepsia na Escola, um projeto social da ASPE. E aproveitem que os autores estarão presentes para autógrafos.

Novamente colaborei com o livro produzindo ilustrações internas e capa.

Local: Auditório 5 Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp - 5 de maio 2017 das 12 as 13 h.






- Behance Portfolio Review
A Pandora e o Behance (plataforma de porfolios online) se unem para realizar, pela primeira vez, a semana de avaliações de portfolio em Campinas. Todos os dias da semana (8 a 11) teremos algum profisional de diversas áreas de artesvisuais avaliando os trbalhos e projetos de alunos, entusiastas e amadores, dando um feedback importante e direcionamentos de carreira.

Eu farei avaliações de portfolio de HQ, Ilustração e Design de Personagens, nos dias 9 (14h às 17h) e 10 (17h às 20h). Veja o restante da programação na imagem acima e obtenha mais informações no LINK do evento.

Não é indicada para profissionais atuantes nas áreas em questão.

São poucas vagas por horário! Os participantes devem reservar vaga pelo telefone 3234-4443 ou pelo e-mail atendimento@escolapandora.com.br




- Semana de Master Classes na Pandora
Todos os dias da semana (15 a 20), teremos Master Clasees, aulas especiais com artistas renomados falando e demonstrando seus trabalhos, na Pandora. 

Eu darei uma aula especial sobre Design de Personagens voltado aos super-heróis! Será no sábado, dia 20, às 11h.

As vagas são limitadas e o evento é gratuito! Corra pra reservar a sua vaga através do telefone 3234-4443 ou pelo e-mail atendimento@escolapandora.com.br.





- Caixa Aberta V
O Caixa Aberta Pandora é um evento cultural que chega este ano à sua quinta edição, é realizado pela Pandora Escola de Arte, localizada na cidade de Campinas /SP. 

O evento engloba uma mostra de profissões relacionadas às Artes Visuais, feira de arte, livepaintings, exposições, workshops, oficinas e palestras de assuntos interessantes no mundo criativo, além de estandes de materiais artísticos com preços promocionais e sorteio de brindes. 
Todo o evento é gratuito para o público.
Maiores informações: http://marketing.escolapandora.com.br/caixa-aberta